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VITRINE DE NEGÓCIOS

Comitiva técnica vistoria Taj e Una e destaca proteção passiva contra incêndio

Visita nos dias 8 e 9 de julho reúne nomes da ABPP, ABNT e investigadores de incêndio para avaliar sistemas integrados ao Taj e ao Una

Redação Tribuna Online | 07/07/2026, 19:19 h | Atualizado em 07/07/2026, 19:19
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Redação Multimídia


          Imagem ilustrativa da imagem Comitiva técnica vistoria Taj e Una e destaca proteção passiva contra incêndio
Visita nos dias 8 e 9 de julho reúne nomes da ABPP, ABNT e investigadores de incêndio para avaliar sistemas integrados ao Taj e ao Una |  Foto: Divulgação / Assessoria

A Grand Construtora recebe, nos dias 8 e 9 de julho, uma comitiva de especialistas em engenharia de segurança contra incêndio para uma agenda técnica voltada à proteção passiva. A programação começa na sede da empresa e segue para vistorias em campo nos empreendimentos Taj Home Resort e Una Residence, descritos pela marca como “oásis de luxo”.

O objetivo, segundo a construtora, é apresentar tecnologias consideradas de ponta em proteção passiva contra incêndio — soluções integradas à estrutura do edifício, projetadas para reduzir a propagação de chamas e fumaça sem depender de ativação externa. Na prática, esse tipo de engenharia busca conter o incidente no local de origem, ampliando o tempo de resposta e as condições de segurança em situações críticas.

A visita foi articulada a convite de Maxwell Vargas, sócio da Equipex Equipamentos de Combate a Incêndio. Com 28 anos de especialização e experiência em segurança contra incêndio e origem no Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo, ele atua em colaboração com as instalações de segurança contra incêndio e a rede de gás nas obras da construtora.

A recepção e as inspeções, de acordo com a organização da agenda, terão como foco a análise técnica das soluções instaladas e a troca de informações com base em normas e boas práticas, especialmente relevantes em edificações de grande altura.

Quem compõe a comitiva e o foco das vistorias

Entre os convidados está Rogério Lin, diretor-presidente da Associação Brasileira de Proteção Passiva Contra Incêndio (ABPP) e superintendente do Comitê de Segurança Contra Incêndio da ABNT (CB-024). Lin tem formação pela Fire Service College (Reino Unido) e mestrado em Habitação e Tecnologia pelo IPT, além de integrar a diretoria da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE).

A comitiva técnica inclui ainda dois nomes de referência no Espírito Santo: o Coronel BM RR Paiva, representando a Associação Internacional de Investigação de Incêndio (IAAI), e o Capitão da Reserva do CBMES, Joathan Rodrigues, atual presidente da Associação Brasileira de Investigadores de Incêndio (ABINVI). Ambos têm mais de duas décadas de experiência em engenharia de mitigação de riscos e participam do Capítulo 80 da IAAI no Brasil.

Durante as vistorias, a proposta é observar como os sistemas de proteção passiva foram incorporados aos projetos e quais estratégias foram adotadas para limitar a progressão de calor, fumaça e gases em áreas comuns e unidades.

Proteção passiva e “blindagem celular” em edifícios altos

Segundo as informações apresentadas pela Grand, a engenharia aplicada no Taj e no Una atua diretamente na chamada “blindagem celular” dos ambientes. Esse conceito, utilizado em proteção passiva, se baseia em compartimentar e vedar áreas para restringir o avanço de calor e gases tóxicos ao ponto de origem do incidente, o que pode ser decisivo para rotas de fuga e para a atuação das equipes de emergência.

Entre os principais pontos associados a esse tipo de solução, a depender do projeto e das especificações técnicas, estão:

- compartimentação e selagens para limitar a passagem de fumaça

- barreiras e materiais com desempenho ao fogo integrados ao sistema construtivo

- redução da dependência de acionamentos mecânicos para conter a propagação

A agenda com especialistas reforça uma tendência do setor de construção civil: tratar a segurança contra incêndio como elemento de engenharia desde a concepção do empreendimento, combinando soluções ativas e passivas, rotinas de inspeção e aderência às normas técnicas aplicáveis.

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