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Economia

Hackers roubavam dados do INSS com "chupa-cabra" para reativar benefícios

Polícia Federal realizou operação nesta quinta-feira para prender suspeitos de integrar grupo de hackers que cometiam esse crime


Imagem ilustrativa da imagem Hackers roubavam dados do INSS com "chupa-cabra" para reativar benefícios
Agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram alvos de hackers |  Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

Um grupo de hackers teria usado dispositivo clandestino, conhecido como "chupa-cabra", na rede interna de duas agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em Teresina, segundo a Polícia Federal.

O objetivo dos criminosos era roubar dados da Previdência Social, reativar benefícios e obter pagamentos indevidos, diz a investigação.

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A Operação Upgrade cumpriu, na manhã desta quinta (6), 46 mandados judiciais, sendo 22 de prisão temporária e 24 de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal de Teresina. A ação foi realizada em quatro estados, de acordo com a PF.

Segundo o órgão, os criminosos usavam o dispositivo eletrônico clandestino diretamente na rede do INSS. Após roubar dados, reativavam benefícios e geravam pagamentos de valores atrasados. As quantias eram enviadas para contas bancárias diferentes das contas dos segurados.

A ação foi um desdobramento das operações Chupa-cabra e Backup, deflagradas neste ano nas capitais piauiense e paulista. Mais de cem agentes foram mobilizados, com apoio da Coordenação de Inteligência Previdenciária.

As investigações apontam que uma empresa de fachada, base de atuação dos hackers, teria sede em São Paulo. O grupo seria responsável por invasões cibernéticas em diversos estados da federação, vazamento de senhas de servidores do INSS e reativações indevidas de benefícios.

A PF ainda não sabe o valor total do prejuízo causado pelas ações criminosas. Os suspeitos podem responder pelos crimes de organização criminosa, furto eletrônico, invasão de dispositivo informático e lavagem de bens e valores. Somadas, as penas podem chegar a 30 anos de prisão.

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