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Greve ameaça deixar postos do Estado sem combustível em até duas semanas

| 10/02/2020 15:38 h | Atualizado em 10/02/2020, 16:16

Greve dos petroleiros pode impactar no fornecimento de combustível
Greve dos petroleiros pode impactar no fornecimento de combustível |  Foto: Leone Iglesias / AT

Os postos do Espírito Santo correm o risco de ficar sem combustível em até duas semanas, em decorrência da greve dos petroleiros, que já atinge 13 estados e caminha para o 11º dia.

No Estado, trabalhadores estão paralisados desde a semana passada. O movimento, porém, ganhou força ao longo do fim de semana, quando operadores do Terminal Aquaviário da Petrobras em Vitória – que recebe os combustíveis pelo Porto de Tubarão – aderiram à greve.

Nesta segunda, trabalhadores da manutenção e do escritório do terminal também aderiram ao movimento, de acordo com informações da Federação Única dos Petroleiros (FUP), que coordena a greve junto aos sindicatos da categoria.

Até o momento, o abastecimento ocorre normalmente, conforme a Petrobras. A estatal informou, em nota, que “as unidades estão operando em condições adequadas de segurança, com reforço de equipes de contingência e não há impacto na produção.”

A greve dos petroleiros, entretanto, ainda não tem prazo para ser encerrada. E, caso a paralisação continue no Estado, a previsão é de que a população enfrente dificuldade para abastecer seus veículos já no fim da próxima semana, segundo o Sindicato dos Petroleiros do Espírito Santo (Sindipetro-ES).

“Um navio descarregou uma carga de combustível há poucos dias, então o risco não é imediato. Mas o terminal está sendo operado somente por uma equipe contingencial, contratada emergencialmente pela Petrobras. É uma equipe muito reduzida, e a situação vai se complicar nos próximos dias com mais navios chegando. É possível que alguns não consigam descarregar”, explicou o coordenador do Sindipetro-ES, Valnisio Hoffman.

No dia 4, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou que 90% dos petroleiros da Petrobras sigam trabalhando durante greve, sob risco de multa diária entre R$ 250 mil e R$ 500 mil aos sindicatos que descumprirem a regra.

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