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Faltam candidatos para trabalhar em 20 profissões

| 21/01/2020 12:52 h | Atualizado em 21/01/2020, 13:05

Imagem ilustrativa da imagem Faltam candidatos para trabalhar em 20 profissões
Com mais de 228 mil desempregados, o Espírito Santo enfrenta um déficit de profissionais em áreas como saúde, finanças e, principalmente, tecnologia. Existem ao menos 20 profissões nas quais sobra emprego porque não há profissionais o bastante para ocupar as vagas disponíveis.

O número é de um levantamento realizado junto aos especialistas em Recursos Humanos Jeany Nascimento, Elcio Paulo Teixeira, Neidy Christo e Roberta Kato.

Apesar de múltiplas empresas lidarem com lacunas em seu quadro, são os negócios na área da tecnologia que mais enfrentam problemas.

Um estudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) apontou que, até 2024, a procura por profissionais da tecnologia no País pode chegar a 70 mil por ano, embora o número de formados anualmente não passe de 46 mil pessoas.

A realidade é refletida no Estado, onde empresas já articulam com instituições de ensino para recrutar talentos antes mesmo do término da graduação.

“É muito difícil encontrar um estudante de tecnologia que não esteja estagiando. As empresas selecionam jovens com potencial e, antes que concluam o curso, contratam, por medo de perder aquele profissional”, explicou o professor do curso de Sistemas da Informação da Faculdade UCL, André Ribeiro.

Os cargos variam, e quanto mais específica a vaga, mais difícil preencher a posição, segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Espírito Santo (ABRH-ES), Neidy Christo. Uma combinação de fatores contribui para a elevação dos salários. Para o cargo de designer de interface do usuário, por exemplo, a remuneração chega a R$ 12 mil.

Os salários elevados se aplicam também a outras funções. “Estou há 60 dias tentando preencher uma posição para economista, contador ou administrador, com salário de R$ 25 mil. A questão é que é preciso ter Inglês fluente”, explicou o especialista e CEO da Heach RH, Elcio Paulo Teixeira.

Na área administrativa e de finanças, sai na frente quem tem a capacidade de negociar termos sem o impedimento de barreiras como a linguagem.








                        
                            
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