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Empresa suspeita de fazer azeite com óleo de fritura é fechada

Empresa que fazia coleta irregular de material foi fechada, e há suspeita de uso fraudulento no lugar do derivado da azeitona

Greg Poloni e Gustavo Andrade, do jornal A Tribuna | 16/07/2022 12:23 h

Uma operação fechou uma empresa em Cariacica que realizava  coleta irregular de óleo de fritura.

A ação foi conjunta entre a Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e a Secretaria de Meio Ambiente do município, no espaço localizado no bairro Vera Cruz.

Eduardo Passamani disse que notas fiscais de empresa do Rio foram encontradas na operação em Cariacica
Eduardo Passamani disse que notas fiscais de empresa do Rio foram encontradas na operação em Cariacica |  Foto: Fábio Nunes — 04/05/2022
De acordo com o delegado responsável pela DPMA, Eduardo Passamani, a empresa não informava desde 2020 para onde enviava o óleo.  Ela também é investigada por vender o óleo de forma irregular.

No mesmo período, uma investigação foi iniciada  pela Delegacia Especializada da Defesa do Consumidor (Decon) para apurar a falsificação de azeites comercializados no Estado, e descobriu-se que eles eram fabricados no Rio de Janeiro.

“Na empresa em Cariacica encontramos algumas notas fiscais dessa empresa do Rio de Janeiro e também de uma fábrica de farinha para ração animal de Minas Gerais”, diz.

Segundo Passamani, a investigação prossegue para saber se o óleo era destinado à fabricação de azeite e farinha para ração animal.

Nos últimos meses, de acordo com a Polícia Civil, diversas operações apreenderam vidros de azeites falsificados sendo comercializados em supermercados do Estado.

Além disso, a empresa utilizava o óleo de forma irregular para fazer sabão caseiro e limpava os tanques de óleo com o próprio sabão, gerando  impacto no meio ambiente.

A empresa, que não teve o nome revelado, ao ser interditada, também foi multada, mas os responsáveis pela operação não divulgaram o valor.

operação

Há cerca de um mês, a Decon  deflagrou outra operação visando produtos falsificados no Estado.

Foram presos oito integrantes de uma quadrilha que falsificava cerveja e apreendidas 30 mil garrafas da bebida no bairro  Novo México, em Vila Velha.

 Eles compravam a cerveja produzida em Londrina (PR) por R$ 1,20 o litro, trocavam os rótulos por outros de marcas famosas no País e revendiam como se fosse o produto original.

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