ArcelorMittal manda recado a montadora chinesa sobre aço nacional
Empresa apoia chegada da GWM ao ES, mas cobra uso de aço produzido no Brasil
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A instalação da montadora chinesa GWM no Espírito Santo é vista como uma oportunidade pela ArcelorMittal, mas com uma condição clara: o uso de aço produzido no Brasil. O presidente da operação brasileira, Jorge Oliveira, fez um alerta direto ao tratar do tema. “A GWM é positiva, desde que consuma aço do Brasil”, afirmou.
Na sequência, reforçou o recado ao apontar o que considera um risco para a indústria nacional. “O problema é só ela botar essa unidade aqui e trazer o aço da China. Aí é negativo”, disse.
Segundo ele, a instalação de indústrias no Estado pode impulsionar cadeias produtivas locais, gerar empregos e ampliar a atividade econômica, desde que haja integração com a produção nacional. O executivo citou que o aço produzido no País tende a abastecer outros setores e estimular novos negócios.
Montadora
Montadoras como a GWM são grandes compradoras do tipo de aço que a siderúrgica pretende passar a fabricar em Tubarão, a 60 quilômetros da fábrica da gigante chinesa. A projeção é que a futura unidade fabril produzirá 200 mil carros por ano em sua unidade em Aracruz.
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