search
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Drama em preto e branco...
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira


Drama em preto e branco...

De volta ao oceano das incertezas, Vasco e Botafogo precisam construir rotas mais seguras na travessia deste mar revolto que costuma ser o returno do Brasileirão. Porque senão suas embarcações irão a pique, como em três das últimas sete edições, quando ao menos um deles foi rebaixado.

Como os dois times são limitados, ainda em busca de padrão competitivo e em meio a traumáticos processos de transição política, suas torcidas já se agarram às projeções matemáticas que evitariam a queda.

Primeiro é bom lembrar que o Brasileirão deste ano está com a pontuação mais alta na parte de baixo da tabela. Desde a edição de 2007 que o 17º colocado não chega à 20ª rodada com 23 pontos, o que indica uma linha de corte em torno dos 45 pontos – pontuação alcançada pelo Goiás. Naquele ano, o Corinthians foi o primeiro do Z-4 com 44 pontos.

Hoje, o Vasco ocupa esta posição, com 23, e o Botafogo é o 19°, com 20. Ou seja: em tese, precisariam de mais 22 e 25 pontos, respectivamente.

Isso mostra o quão delicada é a missão de Ramón Díaz, por ora nas mãos do filho Emiliano. O time tem só três vitórias em 20 rodadas e se mantiver essa média de um ponto por jogo limitará sua campanha a 40 pontos. É preciso, no mínimo, dobrar o número de vitórias no turno e, aí sim, com nove, lutar por sete empates nos outros 12 jogos restantes. Uma virada que tem de iniciar na partida de hoje, contra o Fortaleza, no Nilton Santos, onde só venceu dois dos 11 jogos da primeira fase. Crucial, eu diria.

A meta do Vasco do português Sá Pinto é matematicamente um pouco menos complicada. Mas tão delicada quanto a inconsistência ofensiva do time. Embora tenha reduzido de 2,4 para 0,8 a média de gols sofridos nos últimos cinco jogos, o time faz, em média, menos de um gol por jogo. E isso causa insegurança.

O mapa vascaíno indica a necessidade da obtenção de mais cinco vitórias e sete empates em 18 rodadas, o que justifica a tentativa do técnico de ter um time que faça do sistema defensivo sua maior virtude.

A missão vascaína ganha tons de dramaticidade porque a cada rodada o clube perde mais jogadores contaminados pelo coronavírus. Já são nove os jogadores fora de ação, e essa quebra na continuidade fragiliza o trabalho.

No jogo desta tarde contra o São Paulo, no Morumbi, por exemplo, o Vasco não terá o goleiro Fernando Miguel, destaque no 0 a 0 com o Fortaleza, no meio de semana. Caberá ao jovem goleiro Lucão a missão de evitar a derrota para o time de Fernando Diniz.

Este, aliás, é um mal que, por enquanto, pouco ou quase nada afetou o Botafogo. O que, de certa forma, traz mais inquietação do que tranquilidade. Por que o que será dos alvinegros, que tem um elenco tão depauperado, quando a Covid bater à porta?

Conteúdo exclusivo para assinantes!

Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

Matérias exclusivas, infográficos, colunas especiais e muito mais, produzido especialmente pra quem é assinante.

Apenas R$ 9,90/mês
Assinar agora
esqueceu a senha?

últimas dessa coluna


Exclusivo
Gilmar Ferreira

Torneio de Verão

Para quem alimentava expectativas por um Brasileiro de pontos corridos com mais emoção, eis que surge a 31ª rodada, com três confrontos diretos na briga pelo título: São Paulo x Internacional, Grêmio …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

Ajuda, Mané!

O Botafogo venceu um dos últimos 12 confrontos com o Santos – 2 a 0, em jogo disputado no Nilton Santos, pelo Brasileirão de 2017. E como visitante teve só oito triunfos em 48 no clássico que talvez …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

Dilema tricolor...

Será Marcão o técnico que planejará e conduzirá o time do Fluminense na próxima temporada? Com sinceridade, não creio. E se a intuição me conduz na direção da estratégia dos tricolores, há uma …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

A terceira baixa

O Fluminense tem quatro vitórias a menos do que o São Paulo (12 a 16) – o líder do Brasileiro. Mas tem dados de desempenho próximos ou melhores do que os de alguns times posicionados no G-6. Tem, por …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

Minhas impressões

A vitória do Internacional de Abel Braga sobre o Goiás, por 1 a 0, foi a quinta consecutiva de um time que não já perde há sete rodadas. E o empate em 0 a 0 do Grêmio de Renato Gaúcho com o Fortaleza…


Exclusivo
Gilmar Ferreira

O “caso Diniz”

“Seu ingrato do c..., seu perninha do c..., seu mascaradinho. Vai se f...”. As palavras de Fernando Diniz dirigidas ao meia Tchê Tchê, seu jogador no São Paulo, na derrota por 4 a 2 sofrida para o …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

A falta do algo mais...

De todas as críticas a Rogério Ceni que li e ouvi nas 24 horas que sucederam a derrota de 2 a 1 para o Fluminense no Fla-Flu da última quarta-feira, no Maracanã, a que mais me pareceu sensata fazia …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

O fim à desesperança

Aos que hoje se deprimem com o momento do Botafogo, lembro sempre da fase mais crítica da era do jejum, nos anos 1980, época em que os jogadores treinavam no Estádio de Marechal Hermes. As instalaçõe…


Exclusivo
Gilmar Ferreira

O novo normal...

E o ano começa com o Fluminense de novo no centro das atenções do mercado promissor. O atacante Kayky, de 17 anos, artilheiro do último Brasileiro da categoria vencido pelos tricolores em dezembro, …


Exclusivo
Gilmar Ferreira

A pedra cantada

Um ano depois de deixar o Vasco triste e inconformado por não ter seu projeto de um time mais forte aprovado pela diretoria, Vanderlei Luxemburgo está de volta ao Vasco. E num plano emergencial para …


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados