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Desempenho de alunos da rede pública melhora em Português e Matemática

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Educação

Desempenho de alunos da rede pública melhora em Português e Matemática


 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Os alunos do ensino médio da rede estadual tiveram um desempenho melhor em Português e Matemática no ano passado, de acordo com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Espírito Santo (Idebes).

Os dados foram divulgados ontem, durante coletiva do governador Renato Casagrande e do secretário de Estado da Educação, Vitor de Angelo. Em 2018, o indicador foi de 4,10, e em 2019 o índice subiu para 4,42.

A metodologia da pesquisa é aplicada em todo o País. O Idebes indica o nível da qualidade da aprendizagem dos alunos dos últimos anos de cada etapa escolar: 5º ano (fim do ensino fundamental 1), 9º ano (fim do ensino fundamental 2) e 3ª série do ensino médio (fim do ensino médio), nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

Para chegar ao resultado do Idebes, a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) aplica uma avaliação externa para os alunos, o Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes).

A prova foi realizada pelos estudantes em outubro do ano passado.

O resultado divulgado é apenas do ensino médio. Apesar da melhora, segundo o secretário de Educação, a meta seria 4,44.

“Batemos na trave da meta. Se consideramos que tivemos que correr por nós e pelos outros, já que tivemos de reverter uma trajetória de queda de outra gestão, o resultado é satisfatório”, afirmou.

“Infelizmente, não apenas falando do Espírito Santo, o Brasil vai muito mal em Matemática. Estamos abaixo do aprendizado básico em Matemática. As escolas melhoraram, mas ainda não saíram, a exceção de uma, da escala abaixo do básico. Em Português, elas já estavam no nível básico de aprendizagem. Vemos um movimento indo para o limiar da proficiência”, afirmou Vitor de Angelo.

Para o secretário, o bom resultado no Idebes deve impactar na avaliação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O especialista em Avaliação de Sistemas Educacionais Edebrande Cavalieri destacou que a melhora no índice é um indicador positivo. “Apesar disso, deve-se considerar, nas escolas, profissionais qualificados nas disciplinas que ministram”, afirmou.
 

Análise do nível de aprendizagem

Avaliação

  • O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Espírito Santo (Idebes) indica o nível da qualidade da aprendizagem dos alunos dos últimos anos de cada etapa escolar: 5º ano (fim do ensino fundamental 1), 9º ano (fim do ensino fundamental 2) e 3ª série do ensino médio (fim do ensino médio) nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
  • Para chegar ao resultado do Idebes, a Secretaria de Educação (Sedu) aplica avaliação para os alunos, o Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (Paebes). A prova foi realizada em outubro do ano passado.

Resultados

  • O resultado divulgado é de 4,42, e é apenas do ensino médio. A meta para 2019 era o índice de 4,44.
  • Em 2015 o índice foi de 3,50; 2016, 3,87; 2017, 4,16; e 2018, 4,10.

Planejamento

  • O desafio da Sedu é igualar o nível de aprendizagem entre as escolas públicas do Espírito Santo.
  • Foi implementado o reforço em Língua Portuguesa e Matemática, em escolas com baixo desempenho; foram destinados mais de R$ 64 milhões às unidades, visando à melhoria da estrutura e outras ações.
Fonte: Governo do Estado.

Alunos de escola estadual (Foto: Sedu/Divulgação )
Alunos de escola estadual (Foto: Sedu/Divulgação )
Reforço para melhorar notas

Como estratégia para melhorar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica do Espírito Santo (Idebes), a Secretaria de Estado da Educação (Sedu) tem adotado aulas de reforço em Português e Matemática em escolas que apresentam resultados insuficientes de aprendizagem.

Em 2019, a Sedu escolheu 49 escolas prioritárias para aplicar o reforço. Para este ano, de acordo com o secretário de Educação Vitor de Angelo, a previsão é que 93 escolas prioritárias recebam o reforço.

“Implementamos o reforço escolar em Língua Portuguesa e Matemática, em escolas com baixo desempenho em avaliações anteriores; destinamos mais de R$ 64 milhões às unidades, visando à melhoria da estrutura física, dentre outras ações”, afirmou.

A Secretaria também teve como foco, além das escolas prioritárias, as Superintendências Regionais de Educação com maiores números de matrícula: Carapina com 48.864 matrículas; e Cariacica com 34.187, com o índice abaixo do esperado.

Segundo o secretário, outros desafios devem ser enfrentados, como a distorção de idade- série, além da taxa de reprovação.

“Para combater isso, estamos pensando em um programa específico de avanço da aprendizagem para aqueles que estão em distorção da idade-série. Isso ajuda muito o aluno, afinal a idade-série é um preditor de abandono. Também vamos investir em uma avaliação que seja por área, ou seja, mais condizente com o perfil do aluno, com aquilo que ele aprendeu e é ministrado nas escolas”, destacou o secretário.
 


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