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CRM defende uso da cloroquina no início dos sintomas da Covid-19

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Coronavírus

CRM defende uso da cloroquina no início dos sintomas da Covid-19


O uso de medicamentos ainda nos primeiros dias de sintomas do novo coronavírus foi defendido nesta sexta-feira (10) pelo Conselho Regional de Medicina (CRM-ES).

O presidente da entidade, Celso Murad, não citou nome de medicamentos, mas deu o exemplo do estado do Pará, que teve um grande número de casos em abril, com falta de leitos para pacientes, e hoje tem poucas mortes.

O fenômeno de queda no número de casos e de mortes no estado da região Norte, ele atribuiu a um protocolo adotado pelo Pará desde o final de abril, com uso de medicamentos de forma precoce.

No caso do Pará, foram usados medicamentos como cloroquina, hidroxicloroquina e azitromicina. “Ficou evidente, pelos números de casos e óbitos no Pará, que não podemos mais desprezar correntes científicas que pregam o atendimento precoce”, disse Murad.

O presidente da entidade, Celso Murad, não citou nome de medicamentos, mas deu o exemplo do estado do Pará. (Foto: Beto Morais - 03/06/2020)
O presidente da entidade, Celso Murad, não citou nome de medicamentos, mas deu o exemplo do estado do Pará. (Foto: Beto Morais - 03/06/2020)

O presidente do Conselho ainda reforçou que os médicos nunca deixaram de ter autonomia para prescrever qualquer medicação no Estado, no entanto, mesmo liberados, os pacientes têm encontrado dificuldades para encontrar as drogas.

“Não vamos citar medicamentos. Esses protocolos existem e vários municípios estão adotando. Eles têm custo baixo e segurança.”

Celso Murad reforçou, ainda, que já existem alguns estudos que indicam que alguns medicamentos atuam diminuindo a replicação do vírus. “A finalidade de fazer o tratamento na primeira fase, nos primeiros cinco dias, reduz a replicação e o quantitativo de vírus no organismo da pessoa. A consequência então será menor.”

O médico ainda observou que hoje cada cidade do Estado tem autonomia para adotar protocolos, mas não é o ideal. “O que a gente espera com esse diálogo é unificar um protocolo que seja mais benéfico, menos agressivo, com um custo beneficio eficiente. Acredito na possibilidade do governo do Estado alinhar isso.”

A Secretaria da Saúde informou que ainda não tem conhecimento deste debate do CRM, mas que irá buscar uma agenda com o Conselho na próxima semana para um diálogo sobre o tema. Esclarece que até o momento não há evidências de tratamentos específicos para a doença.


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