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Variante Iota é mais mortal e transmissível, diz pesquisa

| 15/08/2021 12:45 h | Atualizado em 15/08/2021, 13:30

Uma nova variante do coronavírus apresenta taxas de transmissão, de mortalidade e a capacidade de escapar do sistema imunológico maiores do que se previa. A variante Iota é 60% mais letal do que a primeira cepa encontrada na China.

De acordo com estudos do Departamento de Saúde e Higiene Mental, de Nova Iorque, e da Escola Mailman de Saúde Pública, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, a nova cepa tem capacidade de escapar do sistema imunológico em até 10% dos casos de infecção.

Brasil registra 2ª morte causada pela variante Delta do novo coronavírus
Brasil registra 2ª morte causada pela variante Delta do novo coronavírus |  Foto: Pixabay

A variante foi identificada pela primeira vez em novembro de 2020 nos Estados Unidos, onde já se espalhou por todos os 52 estados, além de ter sido identificada em pelo menos 27 países. Apesar disso, nenhum caso de infecção pela variante foi registrado no Brasil até o momento.

Um modelo matemático traçou as características da Iota e calculou número de casos e mortes aproximados da realidade. A pesquisa ainda foi revisada por pares, mas mostra que a nova variação da covid-19 tem taxa de mortalidade semelhante a Alfa, que surgiu no Reino Unido.

A pesquisa aponta ainda que a variante perdeu força no país após a chega da cepa Alfa, em março de 2021.

No entanto, os pesquisadores sugerem que a Iota não é muito resistem aos tratamentos e que pessoas vacinadas ou que já se infectaram recentemente não tem grandes riscos de apresentar infecções graves.

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