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Remdesivir é aprovado nos EUA para tratar pacientes com Covid

| 23/10/2020 15:07 h | Atualizado em 23/10/2020, 16:34

A agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos – Food and Drug Administration (FDA) – aprovou quinta-feira (22) o remdesivir, remédio antiviral da Gilead Sciences, como tratamento para o novo coronavírus (Covid-19), segundo informações do canal CNBC.

O remdesivir foi um dos remédios utilizados para tratar o presidente americano, Donald Trump, após sua infecção pelo coronavírus.

Em maio, a FDA concedeu uma autorização em caráter emergencial, permitindo que hospitais e médicos usassem o remédio em pacientes hospitalizados diagnosticados com Covid-19, mesmo que o medicamento não tivesse sido formalmente aprovado pela agência reguladora.

Antiviral Remdesivir
Antiviral Remdesivir |  Foto: Divulgação / EUA
Segundo especialistas, o remédio intravenoso ajudou a reduzir o tempo de recuperação de alguns pacientes com novo coronavírus hospitalizados.

O medicamento será usado em pacientes com a doença que necessitem de hospitalização, afirmou a farmacêutica Gilead.

O remdesivir é agora o primeiro e único tratamento totalmente aprovado nos Estados Unidos para Covid-19, que infectou mais de 41,3 milhões e matou mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo, de acordo com dados divulgados pela Universidade Johns Hopkins.

Uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgada neste mês aponta, porém, que o medicamento remdesivir teve pouco ou quase nenhum efeito sobre os tempos de internação ou chances de sobrevivência de pacientes de Covid-19.

Os resultados são do estudo Solidarity, da OMS, que avaliou os efeitos de quatro tratamentos com medicações que incluíam o remdesivir, a hidroxicloroquina, e a combinação dos remédios lopinavir/ritonavir e interferon (utilizada para o tratamento do HIV) em 11.266 pacientes adultos em mais de 30 países.

Já os dados de um estudo americano com o remdesivir pela Gilead mostraram que o tratamento cortava o tempo de recuperação da Covid-19 em cinco dias quando comparado aos pacientes que receberam o placebo em um teste envolvendo 1.062 pacientes.

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