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Ministério da Saúde promete vacina para 15 milhões em janeiro

| 16/10/2020 14:21 h | Atualizado em 16/10/2020, 14:41

Pelo menos 15 milhões de doses da vacina do laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford, serão aplicadas em 7% da população brasileira, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o Ministério da Saúde, a previsão é que o Programa Nacional de Imunizações, focado na aplicação da vacina contra a Covid-19, tenha início em janeiro de 2021.

Por meio de um cronograma apresentado na tarde de ontem, o Ministério da Saúde disse que a previsão é de que os resultados da fase de testes da vacina sejam finalizados em novembro e que após a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as doses poderiam ser aplicadas a partir de janeiro de 2021.

Vacinas contra a Covid-19 estão em análise
Vacinas contra a Covid-19 estão em análise |  Foto: Freepik
“Estamos trabalhando para adiantar o cronograma para dezembro. No acordo, vamos receber 15 milhões de doses por mês, totalizando 100 milhões. Este primeiro lote vai ser com o ingrediente farmacêutico ativo já pronto e a Fiocruz trabalha com ele”, explicou Elcio Franco, secretário executivo do Ministério da Saúde, em coletiva de imprensa ontem.

“Com a transferência de tecnologia, a previsão é de que este ingrediente seja produzido aqui a partir de abril. No segundo semestre, teríamos a capacidade de produzir mais 110 milhões de doses”.

Sobre quem vai receber a dose primeiro e como será a distribuição por estados, o secretário disse que ainda não há uma definição. Ele disse que os grupos prioritários ainda serão definidos por uma câmara técnica composta por vários especialistas em saúde e o que se sabe é que a aplicação será feita nas unidades básicas de saúde.

Possibilidades

Sobre o restante das vacinas que estão em teste contra a Covid-19, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, disse que o governo federal não descarta “nenhuma possibilidade” em relação ao uso delas.

“A vacina do Butantan está nessa lista, em momento algum se afirmou algo diferente disso”, disse Franco.

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