X

Olá, faça o seu cadastro para ter acesso a este conteúdo

*Você não será cobrado

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Mais protestos contra fechamento de lojas em segundo dia de quarentena

| 19/03/2021 19:45 h

Imagem ilustrativa da imagem Mais protestos contra fechamento de lojas em segundo dia de quarentena

Municípios registraram, nesta sexta-feira (19), mais protestos de comerciantes e funcionários contra o fechamento do comércio não essencial durante 14 dias, no Estado. Entre as cidades estão Fundão e Guarapari, na Grande Vitória, e Montanha, no Norte do Estado.

A partir desta quinta-feira (18), teve início o período de quarentena para todas as cidades capixabas, o que deixou muitos empresários e comerciantes insatisfeitos.

Isso porque, no decreto estadual, publicado na última quarta (17), foram listadas 24 atividades essenciais, que não sofreriam alteração em seu funcionamento durante esse período. O estabelecimento que não se enquadrar nessa lista deverá ficar fechado ou funcionar apenas por meio de delivery.

Em Fundão, na manhã desta sexta (19), cerca de 50 pessoas apareceram em frente à prefeitura do município com balões pretos, gritando frases como "queremos trabalhar" e segurando cartazes com dizeres como "O comércio pede socorro".

Empresários protestam e pedem abertura imediata do comércio em Guarapari
Empresários protestam e pedem abertura imediata do comércio em Guarapari |  Foto: Clóis Rangel

Em Guarapari, empresários de vários segmentos da economia também protestaram na manhã desta sexta-feira (19) contra o fechamento do comércio durante a quarentena imposta pelo governo do Espírito Santo, para conter a disseminação da Covid-19.

Na cidade de Montanha, cerca de 100 pessoas também se reuniram em frente à sede da prefeitura municipal com cartazes e pedindo a reabertura do comércio. 

Em entrevista ao Tribuna Online, o empresário Daniel Siqueira Soares, de 37 anos, contou que a manifestação teve início às 9 horas da manhã e, por volta das 10 horas, alguns representantes conseguiram uma reunião com o prefeito.

"Ele informou que está de mãos atadas, porque qualquer município que tenta ir contra a decisão do governador, é notificado pelo Ministério Público Estadual. Aí a gente fica sem poder fazer nada e com contas para pagar", afirmou o empresário. 

Quer receber as últimas notícias do Tribuna online? Entre agora em um de nossos grupos de Whatsapp

MATÉRIAS RELACIONADAS