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Mais de 100 lojistas foram multados em Cariacica por descumprir regras da quarentena

| 04/06/2020 19:07 h | Atualizado em 04/06/2020, 19:17

Movimento em comércio na avenida Expedito Garcia, em Cariacica
Movimento em comércio na avenida Expedito Garcia, em Cariacica |  Foto: Kadidja Fernandes - 02/05/2020

Mais de 100 comerciantes foram multados em até R$ 1950,00, em Cariacica e, além das multas, 1260 estabelecimentos foram notificados no município.

Segundo a prefeitura, a fiscalização teve início em março deste ano, quando foi estabelecido o início da quarentena devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento da Cidade e Meio Ambiente, Claudio Denicoli, a maior causa dos autos de infração é o descumprimento de horários e dias determinados pelo governo para reabertura do comércio no Estado, mas todas as infrações são relacionadas à pandemia. 

"Foram 6321 estabelecimentos de todos os setores foram fiscalizados desde o início da quarentena, por isso, nesse número também está incluso o período em que a abertura do comércio estava proibida. Mas a grande maioria foi autuada por não respeitar as determinações do governador Renato Casagrande, como horários e dias de funcionamento", afirmou Claudio.

O secretário ainda afirmou que empresas permitidas de abrir durante a quarentena também foram fiscalizadas pela prefeitura.

"Foram encontradas regularidades nessas também, mas voltadas para o funcionamento. Nem todas tinham álcool em gel para os clientes e funcionários, distanciamento entre clientes. Empresas nacionais de eletrodomésticos e utilidades também foram autuadas, principalmente por conta de grandes filas e aglomeração na parte externa das lojas. No nosso entendimento, eles são responsáveis por esse controle", afirmou.

Claudio ainda alertou para a necessidade de um esforço conjunto entre a população, comerciantes e as prefeituras.

"Nós estamos fazendo um grande esforço para fiscalizar todo o comércio no município, mas não tem condições de termos um resultado satisfatório se os comerciantes não cumprirem o que foi acordado entre eles e o governo e se a população também não cooperar saindo de casa em casos de extrema necessidade", destacou.

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