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Fechamento total: Trabalhador vai ter de apresentar “passaporte” ao sair de casa

| 10/06/2020 19:19 h | Atualizado em 10/06/2020, 20:03

Movimento na Avenida Central de Laranjeiras, na Serra.
Movimento na Avenida Central de Laranjeiras, na Serra. |  Foto: Leone Iglesias/AT

O governo do Estado anunciou no início da noite desta quarta-feira (10)  as medidas de risco extremo que serão adotadas pelos municípios, caso o índice de ocupação dos leitos de UTI chegue a 91% e seja decretado o fechamento total, conhecido como lockdown. 

Como as medidas envolvem a redução no número de pessoas circulando pelas ruas, os trabalhadores passam a ser atingidos por elas e aqueles que prestam serviços essenciais ou atuam em estabelecimentos que oferecem esses serviços vão ter que apresentar um "passaporte" ao sair de casa para o trabalho. 

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Cerqueira, explicou que essa autorização deve ser entregue pela empresa ao funcionário. "A autorização para circulação de trabalhadores será emitida pelo empregador", disse ele.

O secretário de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, informou que a Prodest está trabalhando no desenvolvimento de uma plataforma para que as empresas possam emitir essa espécie de passaporte, que deverá o funcionário deve ter em mãos de casa até o trabalho. 

"Há algumas atividades que a própria identidade profissional já é esse passaporte. A atividade de imprensa é considerada essencial, o documento profissional do jornalista já é esse passaporte para locomoção. Os profissionais que dao suporte a ele, as empresas vão ter que fazer esse cadastro nesse site que vamos disponibilizar. Esse documento poderá ser impresso ou digital, caso ele tenha smartphone", explicou Duboc.

Esse documento também deve ser usado no ônibus, caso o trabalhador utilize esse meio de transporte para o trabalho. 

O transporte urbano também fica restrito apenas para os profissionais prestadores de serviços essenciais e funcionários desses estabelecimentos. As indústrias que terão que providenciar o transporte de seus funcionários, segundo as medidas. 

Pelas medidas, o restante das população só vai poder sair de casa para ir ao mercado ou outra atividade essencial, respeitando o rodízio baseado no último número do CPF - números pares podem sair nos dias pares e ímpares nos dias ímpares. A exceção são emergências médicas e veterinárias. 

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