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Estado tem duas mortes por hora

| 06/06/2020 13:47 h | Atualizado em 06/06/2020, 13:58

A cada hora, na sexta-feira (5), duas pessoas morreram no Espírito Santo por conta de contaminação do novo coronavírus. Somente nas últimas 24 horas, 53 pessoas perderem a vida para a doença que causou uma pandemia que já contaminou 18.480 pessoas no Estado, levando a 790 óbitos (4,27% de taxa de letalidade).

O aumento do número de contaminados, que saltou, em um dia, de 16.894 para 18.480, ou seja, 1.586 casos, é o maior de novos pacientes em um só dia – o pico anterior havia sido no dia 28 de maio, com 891 casos.

Os dados de ocupação de leitos também se mantêm altos: 88,11% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na Grande Vitória estão ocupados. No Estado, a taxa de ocupação está em 84,91%.

LOCKDOWN
O plano que vai mostrar como acontecerá na prática o possível lockdown será divulgado na semana que vem. Foi o que prometeu o governador Renato Casagrande ao ser questionado pela reportagem de A Tribuna na noite de sexta.

De acordo com a pesquisa, entre 19 e 25 de janeiro, havia ao menos um caso de de Covid-19 no Brasil
De acordo com a pesquisa, entre 19 e 25 de janeiro, havia ao menos um caso de de Covid-19 no Brasil |  Foto: Agência Brasil/Divulgação

Ele disse também que o plano será divulgado mesmo antes do alcance da marca de 90% de ocupação de leitos de UTI no Estado – o índice que vai fazer cidades entrarem no risco extremo de contaminação, fazendo com que medidas mais rígidas de isolamento social sejam decretadas.

“Essas medidas ainda não estão validadas completamente porque não chegamos (no risco extremo). Mas semana que vem teremos mais detalhes sobre isso. Eu não tenho como apresentar ainda (o plano)”, falou.

Casagrande teve duas reuniões para tratar do tema nesta semana: uma com o presidente da Associação dos Municípios do Estado (Amunes) e prefeito de Viana, Gilson Daniel, e outra com a procuradora-geral de Justiça, Luciana Andrade, representando o Ministério Público Estadual. O governo não divulgou as tratativas.

À reportagem, o secretário de Estado de Governo, Tyago Hoffmann, já disse que o “lockdown” deve prever uma documentação para liberar a circulação do trabalhador de serviço essencial.

O documento seria solicitado via internet. Quem não tiver, seria barrado por forças policiais e deveria voltar para sua casa.

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