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Clientes passam apenas 25 minutos em shoppings após liberação de funcionamento

| 18/06/2020 19:26 h | Atualizado em 18/06/2020, 19:43

Movimento no Shopping Vitória
Movimento no Shopping Vitória |  Foto: Leone Iglesias

A pandemia do novo coroanvírus tem sido responsável por mudar hábitos dentro de casa e também no comércio. Medidas como uso de máscara e distanciamento se tornaram comuns pelas ruas. O comportamento do consumidor tem mudado não apenas nos comércios de rua, mas também nos shoppings.

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) mostrou que o tempo de permanência dos consumidores dentros dos centros de compras caiu mais do que pela metade, após a liberação para reabertura dos estabelecimentos nos estados.

De acordo com a associação, antes da pandemia, as pessoas ficavam cerca de 76 minutos dentro dos shoppings. Agora, os consumidores gastam, em média, 25 minutos nos centros de compras. 

"O consumidor tem ido ao shopping para um compra mais assertiva, não fica mais passeando como antes. Muito disso reflexo das opções de entretenimento que permanecem fechadas", disse a Abrasce em nota.

No Espírito Santo, os shoppings voltarem a abrir as portas, após mais de dois meses fechados, no dia 1º de junho após autorização do governo. O funcionamento é com horário reduzido das 12 horas às 20 horas, de segunda a sexta-feira. Nos finais de semana, os estabelecimentos seguem fechados. 

Segundo a Abrasce, nas duas primeiras semanas de abertura dos shoppings na Grande Vitória, o comportamento do consumidor é bem semelhante ao registrado em outros Estados do país onde também houve a reabertura gradual.

"O fluxo de pessoas está abaixo do limite máximo de distanciamento permitido para cada shopping, as vendas ainda representam 40% de um dia normal, se comparadas ao mesmo período do ano passado", informou a associação.

A reabertura foi permitida desde que alguns protocolos sejam seguidos, com distanciamento entre clientes, uso de máscara e fechamento das áreas de lazer, como cinema.

"Os shoppings sabem que não irão recuperar o faturamento dos mais de 70 dias fechados nesse momento. O que o setor quer é garantir uma experiência segura ao consumidor, baseada nos protocolos de segurança com mais de 50 itens a serem observados para proteção à saúde de clientes, lojistas e colaboradores", disse a associação.

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