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Após vacinação, jovens já comemoram e planejam festas

| 18/08/2021 16:06 h | Atualizado em 18/08/2021, 16:33

Frequentar festas sem restrição de público, rever os amigos e se divertir fora de casa estão entre os maiores desejos para o pós-pandemia entre os jovens a partir de 18 anos, que começaram a ser imunizados contra a covid-19, ontem, no Maanaim Vitória, na capital.

Segundo eles, a vacinação é a única esperança de que as atividades presenciais retornarão o quanto antes, tornando possível, inclusive, aquilo que eles mais gostavam de fazer: aglomerar.

Bruna Leal, de 21 anos, sente falta de poder ir a barzinhos e a festas com os amigos: “Espero voltar a fazer isso quando tudo passar”
Bruna Leal, de 21 anos, sente falta de poder ir a barzinhos e a festas com os amigos: “Espero voltar a fazer isso quando tudo passar” |  Foto: Antonio Moreira/AT
Um dos hobbies que a vendedora – e agora vacinada – Bruna Leal, de 21 anos, mais sente falta é o de poder frequentar um bar na companhia dos amigos.

“Como saio de casa apenas para trabalhar, perdi os meus momentos de lazer. Quero muito ir ao barzinho, a festas, e espero voltar a fazer isso quando tudo passar”, disse.

No ano passado, a jovem ainda chegou a perder um primo, de apenas 29 anos, que não aguentou as complicações da doença. “Tomei esta vacina por ele”, afirmou.

A estudante   Raquel Silva, de 18 anos, se emocionou ao tomar vacina
A estudante Raquel Silva, de 18 anos, se emocionou ao tomar vacina |  Foto: Antonio Moreira/AT
Ansiosa para voltar presencialmente às celebrações da igreja que frequenta, a estudante Raquel Silva, de 18 anos, se emocionou durante a aplicação da sua vacina.

Ela frisou que não vê a hora de ser anunciada a permissão para ficar sem máscara na rua. “Sinto saudades de poder sair de casa sem medo. Tirei um peso enorme das minhas costas com a vacina”.

Apesar da expectativa dos jovens, ainda é cedo para falar sobre a volta das confraternizações em grupos maiores, como nas festas, conforme explica a infectologista Ana Carolina D'Ettorres.

“Devemos, antes de definir algum retorno, discutir o comportamento da variante delta na nossa população e a necessidade da terceira dose nos idosos”, salientou.

O mesmo é defendido pela doutora em Epidemiologia Ethel Maciel: “Não dá para falar ainda das festas de final de ano, por exemplo, pois já observamos um novo crescimento de casos. Devemos continuar seguindo todas as medidas de segurança”, ressaltou.
 

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