No jogo e nos negócios, ninguém consegue vencer sozinho
Em clima de Copa, o trabalho em equipe do “time do coop” mostra força com dados de impacto no Brasil e no Espírito Santo
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Quando um time entra em campo, o que determina a sua vitória? Preparo físico, estratégia, técnica e resiliência são fundamentais, mas um aspecto que gostaria de destacar é o da cooperação entre os jogadores. O entrosamento e o espírito de equipe unem os atletas e profissionais que os apoiam em prol de um objetivo comum, e isso aumenta as chances de pontuação.
No cooperativismo, a lógica é a mesma. O modelo de negócio une cooperados em torno de um mesmo propósito: prosperar por meio do trabalho coletivo e com a ajuda de soluções que geram impacto positivo na ponta. Do começo ao fim, ninguém joga sozinho, pois todos são parte de um mesmo time.
Em períodos de Copa do Mundo, é natural que as disputas e a competividade entre as seleções fiquem acirradas. Contudo, não podemos esquecer que a coesão é decisiva para uma partida bem-sucedida. Times que desejam ganhar precisam exercitar a colaboração para aproveitar as oportunidades que surgem enquanto a bola rola no gramado.
O equilíbrio entre a competição e a cooperação é a tática de sucesso do cooperativismo! No Brasil, o modelo de negócio reúne 25,8 milhões de cooperados, emprega 578 mil pessoas e movimentou R$ 757,9 bilhões em 2024. Mais perto de nós, no Espírito Santo, o movimento já chegou à marca de 1 milhão de cooperados e 12,5 mil colaboradores, segundo dados prévios de 2025 do Sistema OCB/ES.
Outra característica das cooperativas que dialoga com o universo do futebol é a diversidade de pessoas que elas congregam, com origens e habilidades diferentes. Realidades distintas se conectam em busca de uma sociedade mais justa e acolhedora. Em campo, um time forte também depende de jogadores com talentos complementares, cada um dando o seu melhor em sua posição.
Vale destacar, ainda, a capacidade do cooperativismo de gerar transformação para além do modelo de negócio, com amplo impacto nas comunidades. Assim como o futebol não se limita aos gramados, por ser uma manifestação cultural, o efeito do trabalho das cooperativas pode ser observado de forma concreta na sociedade.
Um estudo realizado pelo Sistema OCB e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) revela que os locais em que as cooperativas atuam registram 28,4 novos empregos formais a cada 10 mil habitantes, geram um incremento de R$ 5,1 mil por habitante no PIB e possuem 14,8 estabelecimentos a mais a cada mil habitantes.
O esporte mobiliza muitos sentimentos, e talvez um dos mais fortes seja a alegria de ver o seu time ou seleção do coração ganhar. Se o cooperativismo fosse uma delegação, estaríamos muito bem representados nesta Copa, pois o modelo de negócio mostra que o esforço coletivo organizado transforma sonhos em resultados concretos.
Em homenagem ao Dia Internacional do Cooperativismo, celebrado hoje, dia 4 de julho, te convido a vibrar por gestos, pessoas e organizações que valorizam a cooperação. Mostre o seu orgulho de torcer pelo time do coop, que tanto contribui para a construção de um mundo mais equilibrado e pacífico.
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