Filas e confusões por consulta
Redação jornal A Tribuna
“A Unidade de Saúde do bairro Grande Vitória não está atendendo adequadamente os 14 mil moradores do seu território de abrangência, que inclui os bairros Grande Vitória, Universitário, Estrelinha e Inhanguetá”, denunciam o barbeiro Paulo Sérgio Careri Muller, a dona de casa Rita de Cassia Charilli Galina e a agente comunitária de saúde Beta Dionisio Nogueira.
Segundo os moradores, das três equipes do Programa Saúde da Família (PSF), apenas uma está atendendo, por falta de profissionais. “Só um médico faz atendimento na unidade. Após uma reunião com a subsecretária de Saúde, mais uma médica foi direcionada ao local, mas ela está grávida e não atende à demanda”, disseram.
Os moradores afirmam ainda que faltam assistente social, psicólogos, pediatra, técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde.
“Dois territórios estão descobertos, porque os profissionais aprovados em concurso ainda não foram chamados. Quase todos os dias tem fila de pessoas na porta da unidade e, por não ter atendimento, as confusões são frequentes. Esperamos uma solução para o problema”, cobraram.
A Secretaria de Saúde de Vitória informa que está com as equipes completas, contando com médicos e enfermeiros, agilizando e otimizando os atendimentos para os pacientes da região, sem filas fora da unidade.
A secretaria acrescenta que já está em fase de contratação de agente comunitário de saúde e de assistente social para o local. A unidade, inclusive, ajuda os pacientes com dificuldade no agendamento da vacina contra covid e disponibiliza vacinas eventuais.
SUGERIMOS PARA VOCÊ:
Qual a Bronca?,por Redação jornal A Tribuna