"Vou avaliar", diz Ramalho sobre continuidade no secretariado de Pazolini
Secretário de Meio Ambiente não vê com bons olhos aproximação da gestão com Arnaldinho Borgo
Eduardo Maia
Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.
O mercado político capixaba foi pego de surpresa após fotos e vídeos da aproximação entre os prefeitos de Vitória e Vila Velha, Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Arnaldinho Borgo (PSDB), respectivamente, durante os desfiles das escolas no Sambão do Povo, na noite de sexta-feira (06).
Ao que tudo indica, após a coluna apurar com diversas fontes neste sábado (07), ambos costuraram uma aliança política para o pleito deste ano.
Diante disso, a coluna entrou em contato com o secretário do Meio Ambiente de Vitória, coronel Alexandre Ramalho, que se filiou ao Republicanos no último mês de novembro. Ramalho disputou o Executivo canela-verde em 2024 contra Arnaldinho, ficando em 2º lugar. Recebeu mais de 42 mil votos.
Entre outros aspectos, a campanha de Ramalho foi marcada por posicionamentos firmes contrários à gestão de Arnaldinho, escancarando que havia ali um racha político-ideológico.
Em março de 2025, após o período eleitoral, Ramalho assumiu a secretaria na gestão de Pazolini e, desde então, se aproximou do Republicanos. Hoje, o coronel é pré-candidato da sigla à Câmara Federal, em um compromisso com o presidente estadual da legenda, Erick Musso.
“Sinceramente, estou refletindo sobre essa situação que aconteceu no Carnaval. Sob meu olhar, posso dizer que não vejo com bons olhos a aproximação do prefeito Pazolini com Arnaldinho. Mas é claro que o prefeito tem maturidade e seus projetos, e vai tocar a vida dele nesse sentido. Eu não tenho de opinar nisso. Estou em um projeto do Republicanos, sob a coordenação de Erick. Daqui para frente, vamos ver como será. Vou ter que alinhar as coisas, mas a convicção do que defendi em Vila Velha na campanha e do que continuo defendendo é a mesma”, afirmou o coronel.
Além disso, disse que qualquer decisão sobre sua continuidade na gestão será tomada a partir de hoje.
“A partir de hoje vou pensar, depois dessa situação do Carnaval. Vamos ver como a gente se posiciona”, refletiu.
Menos de 24 horas após o movimento de Pazolini e Arnaldinho, já há aparentes consequências.
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PÁGINA DO AUTORPlenário
Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.