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PLENÁRIO

Folletto não disputa, mas fica à disposição do governo

Notícias sobre a política no Espírito Santo, os bastidores e as movimentações dos partidos

Eduardo Maia | 15/01/2026, 17:45 h | Atualizado em 15/01/2026, 17:45
PLENÁRIO, POR EDUARDO MAIA

Eduardo Maia

Eduardo Maia é jornalista formado pelo Centro Universitário Faesa e pós-graduado em Gestão da Comunicação Interna. Especialista em política capixaba, atua como colunista de A Tribuna e do Tribuna Online, onde analisa diariamente os bastidores do poder no Espírito Santo. É também autor do livro “Memórias da Liberdade – 50 Anos do Guaraparistock”, que resgata a história do primeiro festival de música ao ar livre do País, realizado em Guarapari, no verão de 1971.



          Imagem ilustrativa da imagem Folletto não disputa, mas fica à disposição do governo
Paulo Folletto |  Foto: Divulgação

O deputado federal Paulo Folletto (PSB) de fato não irá disputar a reeleição neste ano. A informação já havia sido antecipada por Plenário no último dia 8, quando o presidente estadual da legenda, Alberto Gavini, afirmou à coluna que se reuniria com o parlamentar para tratar do assunto. Na ocasião, a coluna analisou como ficaria o tabuleiro eleitoral diante dessa possibilidade.

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Na tarde desta quinta-feira (15), o próprio Folletto explicou os motivos que o levaram a ficar fora da disputa e ressaltou, por mais de uma vez, que sua principal contribuição neste ano será apoiar as campanhas de Renato Casagrande (PSB) ao Senado e de Ricardo Ferraço (MDB) ao governo do Estado.

“A saúde talvez seja o ponto mais importante da decisão. Estou com limitação para andar. Pegar avião, viajar, chegar aos lugares e ter de andar de carrinho, e a Câmara dos Deputados é grande”, explicou.

Nos últimos anos, Folletto precisou passar por algumas cirurgias, o que, segundo ele, foi determinante para dificultar sua condição física.

O parlamentar também afirmou haver uma decepção com a política em nível nacional.

“Tem a situação do Banco Master, em que o Legislativo acaba entrando para fazer uma autoproteção. Também há o escândalo do INSS, que comprometeu o ex-ministro Carlos Lupi, além de envolver parente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)”, disse.

Apesar disso, Folletto destacou que a falta de disposição para enfrentar um processo eleitoral não significa um afastamento definitivo da política. Em conversa com o governador Renato Casagrande, ele se colocou à disposição do grupo para colaborar, caso seja necessário assumir alguma secretaria, já que grande parte do primeiro escalão deverá deixar os cargos para disputar as eleições.

“Eu me coloquei à disposição do grupo. Comentei com o governador que não tinha mais vontade nem disposição para a disputa eleitoral, o que não quer dizer que eu não tenha condições de trabalhar com política. Ressaltei que estarei disponível, caso precisem de mim. Não seria ruim, mas é claro que se trata de uma decisão que cabe ao governador e a Ricardo Ferraço. Não há nada definido”, afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de atuar em alguma pasta específica, Folletto lembrou que já esteve à frente de diversas secretarias, mas ponderou que, por ser médico, tem maior afinidade com a área da saúde.

“Já estive à frente de diversas secretarias. Caso seja na Saúde, se houver essa possibilidade, seria bom. No fim das contas, se nada acontecer, pretendo até mesmo fazer uma pós-graduação em alguma área que não dependa tanto do físico”, revelou.

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Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.