Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
tempo 23°C VITÓRIA
User Login
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

PAPO DE FAMÍLIA

Pessoas viciadas em problemas

A dificuldade em lidar com emoções pode levar algumas pessoas a repetir ciclos de conflitos, estresse e instabilidade

Cláudio Miranda | | Atualizado em
Papo de Família, por Cláudio Miranda

Cláudio Miranda

Claudio Miranda é terapeuta individual e familiar, psicopedagogo clínico, pós-graduado pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP


          Imagem ilustrativa da imagem Pessoas viciadas em problemas
Cláudio Miranda é da Diretoria da ATEFES (Associação de Terapia Familiar do ES), Terapeuta de Família, Psicopedagogo Clínico, Pós-graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP. |  Foto: Reprodução/Jornal A Tribuna

No decorrer da sua vida você irá se deparar com vários problemas. Isso faz parte do seu crescimento como pessoa. A forma como lida com essas situações irá dizer como anda a sua saúde emocional.

Existem pessoas que têm dificuldades em lidar com os desafios diários que surgem à frente. Alguns se aborrecem, outros se entristecem e tem aqueles que se zangam e enfrentam a situação com extrema reatividade e raiva. Nesse tipo de reação surge um desejo de vingança por não saber lidar com o desconforto gerado e estarão sempre envolvidas com algum tipo de crise.

Nas relações diárias, há um tipo de gente que tem uma incapacidade extrema de suportar o mal que acontece em sua vida. Elas são do tipo que “não levam desaforo para casa” e estarão sempre brigando e se envolvendo em situações estressantes desnecessariamente.

Elas sofrem de um vício emocional, buscando inconscientemente o caos, o drama e a confusão. O corpo delas se acostuma com os hormônios do estresse, como cortisol e adrenalina que são gerados em situações de crise.

Quando elas resolvem um problema procurarão novos conflitos para repetir a mesma sensação de crise e de instabilidade. Muitas vezes o indivíduo recria na vida adulta o caos ou a instabilidade que aprendeu a vivenciar na infância.

Gente desse tipo estará sempre criando um drama, transformando situações simples em tempestades emocionais ou crises difíceis de resolver.

Parecem insatisfeitas com a paz. Elas precisam frequentemente estar provocando brigas ou preocupações excessivas. Elas repetem ciclos de melhoras e recaídas para manter o estado de alerta a que estão acostumadas. Na maioria das vezes se sentem as vítimas dizendo que os problemas vêm dos outros, sem perceber que elas próprias causaram todo o desequilíbrio.

Conviver com pessoas assim é muito cansativo e desgastante devido a esses comportamentos constantes de criar transtornos emocionais o tempo todo. Elas sempre procuram resolver os problemas pela confusão e desequilíbrio.

Diante de um mundo com vários pontos de guerras e conflitos sociais, é importante promover a paz. Não há sabedoria nas brigas e confusões. Num ambiente da casa, por exemplo briga-se por coisas muito pequenas que poderiam ser evitadas. Essa natureza agressiva precisa ser superada e substituída por um comportamento de maior aceitação e tolerância.

Em casa esse será aquele marido ou esposa que cria um grande problema por uma pequena coisa e desequilibra toda a energia da casa. Essas pessoas, na maioria das vezes, trazem dentro de si um desconforto muito grande e uma visão deturpada do mundo e das pessoas com que convive.

Comumente são muito carentes e apresentam uma baixa autoestima reagindo de forma caótica na maioria das vezes.

Pessoas assim precisam buscar a terapia como forma de se equilibrar e viver melhor com o mundo e as pessoas com quem convive. O tratamento é importante para reeducar as reações corporais e emocionais aos estímulos de estresse. É preciso reconhecer os gatilhos que levam a pessoa a buscar confusão e criar conexões baseadas em estabilidade e não em caos.

MATÉRIAS RELACIONADAS:

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Papo de Família, por Cláudio Miranda

Papo de Família, por Cláudio Miranda

Claudio Miranda é terapeuta individual e familiar, psicopedagogo clínico, pós-graduado pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP

ACESSAR Mais sobre o autor
Papo de Família, por Cláudio Miranda

Papo de Família,por Cláudio Miranda

Claudio Miranda é terapeuta individual e familiar, psicopedagogo clínico, pós-graduado pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP

Papo de Família, por Cláudio Miranda

Cláudio Miranda

Claudio Miranda é terapeuta individual e familiar, psicopedagogo clínico, pós-graduado pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - USP

PÁGINA DO AUTOR

Papo de Família