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PAPO DE FAMÍLIA

Ansiedade em dia de prova

Estresse em dias de prova é comum, mas pode ser controlado com treino, planejamento e hábitos saudáveis

Cláudio Miranda | 20/04/2026, 12:47 h | Atualizado em 20/04/2026, 12:47
Papo de Família, por Cláudio Miranda

Cláudio Miranda, terapeuta de Família e Psicopedagogo Clínico

Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.

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          Imagem ilustrativa da imagem Ansiedade em dia de prova
Cláudio Miranda é da Diretoria da ATEFES (Associação de Terapia Familiar do ES), Terapeuta de Família, Psicopedagogo Clínico, Pós-graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto USP. |  Foto: Reprodução/Jornal A Tribuna

O dia da prova é sempre um momento gerador de ansiedade para a maioria dos alunos, mesmo para aqueles que estudaram e estão bem preparados. A avaliação é um grande desencadeador de estresse pela exposição em que o estudante fica.

Se não souber lidar com essa situação ele pode ser prejudicado pelo nervosismo e ter um bloqueio na memória na hora de responder uma questão.

Mesmo um aluno que estudou e se preparou antecipadamente pode ter o seu desempenho comprometido durante a prova.

A ansiedade pode influenciar negativamente o desempenho do aluno durante uma prova fazendo com que ele esqueça o conteúdo que estudou.

Em alguns casos pode desencadear um nervosismo de tal forma que na hora de registrar sua resposta comete erros considerados simples e banais, como marcar errado o gabarito.

Em casos mais graves, esse estresse pode vir acompanhado de tremor, sudorese nas mãos, aceleração dos batimentos cardíacos, tonturas e até desmaios no momento do exame.

Passar por uma avaliação do conhecimento pode ser desconfortável para qualquer indivíduo.

O aluno sabe que aquela prova é o caminho para conseguir a sonhada vaga para seguir seus estudos ou para aquele emprego que tanto necessita. Ele sabe que um erro pode tirar a sua chance de sucesso.

O nervosismo será a primeira “questão” da prova. Saber lidar com ela pode ser fundamental para um bom resultado. Existem alunos que se mostrarão mais ou menos ansiosos pelo tipo de educação que recebeu dos pais.

Por exemplo, uma relação de muita cobrança, de pouco suporte afetivo emocional na infância podem gerar indivíduos com maior carga ansiedade nos momentos de avaliação.

Professores exigentes em excesso podem também causar sérios problemas para seus alunos num momento de avaliação.

Para amenizar o impacto desse problema, o aluno deve estudar com antecedência e se organizar da melhor forma. O estudo diário garantirá um maior domínio e segurança do conteúdo. Nas séries iniciais a escola poderá ajudar aumentando o tempo de prova ou variando a forma de medir o conhecimento do seu aluno com outros modelos de avaliação diferentes da prova. Estudo é treino e dedicação.

Cada aluno deve criar seu esquema de estudo, estudando todos os dias, regularmente. Ter um local e horário certos para estudar para favorecer a rotina.

Fazer os deveres de casa metodicamente para fixar a matéria e aprender mais. Fazer momentos de 50 minutos de estudo com um intervalo de 10 minutos para descanso. Não dormir muito tarde. Cuidados como esses poderão melhorar significativamente os resultados dos exames.

Os simulados que as escolas promovem são uma ótima forma de aliviar tensões e de se avaliar como um todo.

Nessa hora o aluno viverá antecipadamente uma situação muito parecida com o momento da prova.

Após cada momento de teste poderá corrigir as situações e conteúdos nas quais não mostrou um bom desempenho. Dessa forma, aprenderá a controlar o tempo gasto para dar as respostas com tranquilidade e uma atenção mais concentrada.

Aluno sem hábito de estudo é alguém sem meta e sem visão de futuro. Ele não consegue perceber o que os estudos poderão fazer por ele.

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Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.

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Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.

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