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PAINEL

Xadrez

| 26/08/2020, 09:25 h | Atualizado em 26/08/2020, 09:27
Painel

Folha de São Paulo

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Despedindo-se da presidência do STJ, o ministro João Otávio de Noronha disse ao Painel que concederia de novo prisão domiciliar para Fabrício Queiroz.

Ele questiona se há razão para o amigo de Bolsonaro ser um dos poucos investigados das rachadinhas a ir parar atrás das grades.

“Quantos estão sendo investigados? E só um está preso? (...) Como o Queiroz atrapalharia a investigação se ele está em casa, se só pode falar com a família, a quem ele pode atrapalhar?”, questionou o magistrado.

Gênero
O ministro rejeita as avaliações de que sua decisão foi machista ao dizer que Márcia Queiroz deveria ir também para a prisão domiciliar para cuidar do marido e afirma que a imprensa mente e inventa.

Companheiro
“Não é que a mulher se destina a cuidar do homem, poderia ser o homem cuidando da mulher, ou poderia ser uma relação homoafetiva. O Queiroz está com câncer, não vai precisar que alguém cuide dele? Trato as mulheres com muito respeito”, disse, afirmando ainda “ser historicamente respeitado e admirado pelas mulheres”.

Ok
Noronha negou outros pedidos de liberdade ou regime domiciliar, mas diz não haver contradição. “Que o Presidente veio me pedir algo sobre isso, isso é fofoca, futrica”, afirma. “A decisão do ministro Gilmar (Mendes) não foi tão criticada quanto a minha, não é?”.

Livre
“Ninguém absolveu Queiroz. Eu só disse que não precisava ficar segregado. Não tem nem prova para condenar ainda. Não tem nem denúncia. E os fatos nem são contemporâneos para justificar a preventiva”, diz o ainda presidente do STJ. “Se for ler o que vocês escrevem, eu não decido nada. Mas salve a liberdade de imprensa, apesar de alguns moleques”, completa.

Ruim
Parlamentares disseram a Paulo Guedes (Economia) que seria ruim eliminar programas sociais, como o seguro-defeso, para financiar o Renda Brasil. O argumento é que a retirada pode aumentar as críticas de ambientalistas. O programa foi criado para evitar a pesca predatória.

Urna
Em almoços em Brasília, Guedes tem feito brincadeiras sobre o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, ou PG2 como apelidou Bolsonaro ontem. Segundo relatos, o ministro disse querer descobrir para qual cargo Guimarães é candidato. O tema eram as fotos que o banqueiro envia em listas do WhatsApp de viagens pela Caixa.

Imunidade
A incidência de Covid-19 no Maranhão chegou a 40,4%, a maior taxa do Brasil até agora. Isso representa quase 3 milhões de maranhenses contaminados pelo coronavírus desde o início da pandemia. Os dados são do inquérito sorológico realizado por uma equipe técnica da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e da Secretaria de Estado da Saúde.

Comparação
Foram analisadas 3.156 amostras de sangue em 69 municípios entre 27 de julho e 8 de agosto.

Relatório
Apesar do alto número de infectados, a taxa de letalidade da Covid-19 no Maranhão é de 0,17%. Segundo Antônio Augusto Moura, professor do departamento de Saúde Pública da UFMA, é uma das menores taxas do mundo. O inquérito estima que 5.026 pessoas tenham morrido por alguma complicação em decorrência da doença.

Coro
A ação que o PTB impetrou no STF, questionando a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado, ganhará reforço nesta semana. O senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) articula com colegas do Senado um pedido para engrossar a causa, alegando que a recondução é inconstitucional. Um parecer foi encomendado ao jurista Adilson Dallari.

Corrida
A insatisfação de alguns senadores com Davi Alcolumbre (DEM-AP) cresce à medida que se aproxima a eleição da Casa. Os mais experientes preveem o início de um jogo político bruto de agora até fevereiro.

Tiros
Presidente do PDT em São Paulo e provável vice na chapa de Márcio França (PSB), Antonio Neto entra na disputa distribuindo críticas a João Doria (PSDB) e a Jair Bolsonaro. “Hoje temos um déspota ignorante como presidente. Se a gente não derrotar o candidato do Doria em São Paulo, corremos o risco de ter um déspota esclarecido no governo federal”, disse.

Tiroteio
“Tripla perversão: lucro bilionário; dívida bilionária com o município; e ainda querem manter benefício fiscal”.
Eduardo Tuma (PSDB), presidente da Câmara de São Paulo, sobre reação dos bancos a projeto de lei que prevê aumento do ISS pago por eles.

Publicação simultânea com a Folha de São Paulo

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