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Colunista

Folha de São Paulo

Vida real

| 13/02/2020, 08:55 08:55 h | Atualizado em 13/02/2020, 12:08

Gigantes da tecnologia, como Google, Facebook e Microsoft, entregaram ontem ao relator Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) documento apoiando a unificação de cinco tributos sobre o consumo, como previsto na reforma tributária da Câmara.

Acusadas de não recolher impostos, as empresas reclamam que as particularidades do Brasil as obrigam a se instalar no País, o que aumenta os seus custos. Com isso, defendem a definição mais clara sobre a quem pagar: União, estados ou municípios.

Nacional e estrangeiro
A manifestação representa um racha no setor de serviços, que tem representantes nacionais contrários à reforma, por entender que aumentará a sua tributação.

24 x 7
As multinacionais também alegaram que é preciso simplificar o pagamento de impostos – o Brasil é um dos campeões globais no desperdício de tempo e de pessoas na tarefa. “É preciso ter em mente que são realizadas milhares de transações diariamente com consumidores em todo o País”, escreveram as empresas no documento enviado.

É de casa I
Em seu primeiro dia como ministro, o potiguar Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) passou boa parte da manhã na casa de Rodrigo Maia (DEM-RJ), onde assistiu palestra sobre a economia do Nordeste.

É de casa II
Deputados discutiram a criação de um fundo de desenvolvimento, na reforma tributária, para atrair investimentos como compensação para estados que perderão a guerra fiscal.

Volta
O procurador Wellington Divino Marques de Oliveira, responsável pela denúncia contra Glenn Greenwald, foi aposentado por invalidez em 2011, por “doença não especificada em lei”. Em abril de 2015, a aposentadoria foi revertida por uma junta médica do Ministério Público Federal. Procurado, Oliveira não se manifestou sobre o caso.

Vento
O Solidariedade ofereceu abrigo a Marta Suplicy e diz que só apoia o PT na eleição municipal em SP se ela for a vice na chapa. Em 2016, o partido lançou Major Olímpio, hoje no PSL.

Ajuda aí
Policiais rodoviários federais passaram a tarde de ontem visitando deputados. Eles querem uma mudança na legislação que dê poder a eles de investigar. Pela Constituição, a PRF destina-se ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.

Limites
“Usar de artifícios do mais baixo nível para atacar a imprensa é uma arma dos intolerantes, daqueles que não suportam conviver com o Estado democrático de Direito”, afirmou o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), para quem os ataques desferidos contra a jornalista da Folha Patrícia Campos Mello na CPMI das Fake News “são absolutamente inaceitáveis”.

Deserto I
Próximo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luís Roberto Barroso não quis comentar especificamente o insulto à repórter da Folha. Ele afirmou, no entanto, que a “honestidade e a verdade se tornaram produtos escassos em alguns espaços da vida no Brasil” e que, se não revertermos isso, “não há de ser a OCDE que vai nos tornar desenvolvidos”.

Deserto II
O ministro se refere à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, entidade internacional na qual o Brasil pleiteia uma vaga.

Submerso
A Prefeitura de São Paulo deu no ano passado R$ 122 mil de isenção do IPTU para imóveis atingidos por enchentes. Ao todo, 24 pedidos foram atendidos, segundo dados oficiais. Segundo a administração, um terço dos imóveis da capital já são isentos por terem valor venal de até R$ 160 mil.

Ontem
A Advocacia Geral da União defendeu, em dezembro, um decreto de Michel Temer na Justiça, que aumentou tributos federais no preço do combustível, dizendo que o cenário do País é de “notório desequilíbrio nas contas da Previdência e assistência social” e que a medida incrementa “investimentos obrigatórios destinados à seguridade social”.

Hoje
A defesa da AGU foi feita em ação movida pelo deputado Aliel Machado (PSB-PR), que pedia a suspensão do decreto. Jair Bolsonaro vem culpando os estados pelo alto preço dos combustíveis.

Tiroteio
“Não podemos nos calar diante de ataques machistas e mentirosos contra quem ousa discordar, criticar ou denunciar o governo”. Da deputada Tabata Amaral (PDT-SP) sobre os insultos sofridos pela repórter da Folha Patrícia Campos Mello na CPMI das Fake News.

Publicação simultânea com a Folha de São Paulo

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