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Tom maior

| 14/02/2021, 17:06 h | Atualizado em 14/02/2021, 17:13
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Folha de São Paulo

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Após a nomeação do deputado João Roma (Republicanos-BA) como ministro da Cidadania, o presidente do DEM, ACM Neto (BA), disse a aliados que Jair Bolsonaro ganhou um inimigo e que atuará para levar a maioria do partido para a oposição ao mandatário.

O parlamentar foi nomeado a contragosto do ex-prefeito de Salvador, de quem é amigo e afilhado político. Neto queria evitar ser atrelado ao governo. Antes, declarava-se independente. Agora, tem dito que não poupará críticas a Bolsonaro.

Ex-amor
ACM Neto pediu tanto ao Planalto como ao deputado que ele não virasse ministro. Depois da operação fracassada, a ira do dirigente do DEM é tanta que ele disse a pessoas próximas que trabalhará para demitir indicados por Roma a cargos em Salvador. Afirmou ainda fazer questão de minar o capital político que seu ex-chefe de gabinete tem na Bahia.

Digitais
Aliados do ex-prefeito reclamam de Onyx Lorenzoni (DEM-RS), agora na Secretaria-Geral da Presidência. Dizem que ele pressionou Bolsonaro pela nomeação de Roma. Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), por sua vez, foi poupado. Parlamentares dizem que ele de fato atuou pelo presidente do DEM.

Até mais
O MBL está de malas prontas para desembarcar do Patriota, partido que hoje abriga alguns de seus principais quadros. O flerte da legenda com Jair Bolsonaro azedou a relação, e o grupo já começou a ter conversas com outras siglas, entre elas o PTC.

Plim-plim
No entanto, seus membros dizem que não há nada concreto. A prioridade do MBL hoje é a candidatura do deputado Arthur do Val (Patriota-SP) para o governo de São Paulo em 2022. Para isso, procuram um partido que garanta participação em debates, tenha tempo de TV e dê autonomia para montar a chapa.

Cenário
Representantes das frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúnem centrais sindicais e movimentos como MST e MTST, avaliam que as eleições na Câmara e no Senado mostraram que o impeachment de Bolsonaro é pouco provável e que as reformas devem ganhar tração.

Tática
Por isso, deverão mudar o foco das mobilizações, centrando fogo na reforma administrativa e nas privatizações, que entraram na pauta de prioridades do novo comando do Congresso. Há carreatas marcadas para os dias 20 e 21 de fevereiro.

Megafone
Cotada para presidir a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, a deputada Bia Kicis (PSL-DF) nunca chamou os ministros do STF de “vagabundos”, como fez o ex-ministro Abraham Weintraub (Educação), mas já chegou perto disso. Em 14 de fevereiro de 2019, por exemplo, acusou-os em plenário de praticarem “ativismo vil”.

Repertório
Em dois anos de mandato, foram 13 discursos criticando o STF em plenário, o que explica a resistência da Corte a que ela assuma a comissão. Chamou atos dos ministros de “vergonhosos”, qualificou os integrantes da Corte de “militantes” e afirmou que eles vivem “numa bolha”.

Veja bem
Desde que foi indicada, Kicis vem tentando suavizar a imagem. Ela tem dito que nunca foi radical e que suas críticas ao STF são a episódios de interferência em outros Poderes, e não uma defesa do fechamento da Corte.

Não passará
A eleição de Marília Arraes (PT-PE) para a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, vencendo o nome oficial do partido, ainda não foi engolida por petistas. Lideranças defendem algum tipo de punição para ela, que teve votos no Centrão para conquistar a 2ª secretaria da Casa.

Verão passado
Petistas lembram que em episódios semelhantes houve punição severa. Luiza Erundina (SP) foi suspensa por um ano ao aceitar cargo no governo de Itamar Franco, nos anos 90. A mesma pena foi imposta a Virgilio Guimarães (MG) por ter lançado candidatura avulsa à presidência da Câmara em 2005.

Consolo
Deputados de oposição tentam unificar as duas candidaturas deste campo que se apresentam à presidência da Assembleia de São Paulo, de Coronel Telhada (PP) e Major Mecca (PSL). A ideia é tentar chegar a algo como 30 votos, dando maior solidez a um bloco anti-Doria, já que bater o favorito, Carlão Pignatari (PSDB), é virtualmente impossível.

Tiroteio
“O golpismo confesso do general Villas Bôas, se não repelido, naturaliza a tutela militar sobre o governo e o Estado”
Do deputado federal Rui Falcão (PT-SP), sobre entrevista em que o general detalha a pressão do Exército sobre o STF em 2018.

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