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Terceirização

| 01/03/2020, 08:35 h | Atualizado em 01/03/2020, 08:44
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Folha de São Paulo

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O Tribunal de Contas da União suspendeu um contrato de consultoria do Serpro, feito sem licitação. A realização do serviço custaria R$ 12,3 milhões aos cofres públicos, com duração de três meses e meio. A empresa foi contratada para avaliação de segurança da informação e tecnologia.

Entre os argumentos para determinar a paralisação, o TCU diz que o Serpro, responsável pelo processamento de dados do governo, tem a mesma expertise da contratada e poderia ter feito o trabalho.

Alvo
Contratações desse tipo entraram na mira de auditores do TCU e de procuradores do Ministério Público. No fim de janeiro, o tribunal pediu explicações ao BNDES sobre a auditoria de R$ 48 milhões que terminou sem ter encontrado nenhum sinal de irregularidades no banco.

Motivos
Na decisão de suspender o contrato do Serpro, o TCU apontou ainda não ter encontrado razões de urgência que pudessem ter motivado a dispensa de licitação. O órgão fala também em suspeita de “possível sobrepreço”.

Explique-se
O Serpro tem 15 dias para se pronunciar sobre a contratação.

Quanto vale
As apostas esportivas on-line devem render entre R$ 200 milhões e R$ 400 milhões ao governo nos primeiros anos de operação, segundo estimativa do Ministério da Economia. A proposta ainda está em fase de consulta pública, que vai até a próxima sexta-feira.

A regra é clara
O ministério afirma que as partidas esportivas serão monitoradas por empresas especializadas, além do poder público, para evitar que os resultados sejam manipulados para beneficiar apostadores. Hoje, as apostas on-line são comandadas por grupos baseados fora do País.

Ponto fraco
O Ministério da Economia abriu licitação para contratar empresa de serviços de comunicação por R$ 23,576 milhões. A pasta é uma das poucas da Esplanada que não usam comunicação externa. A prática foi abolida no antigo Ministério da Fazenda após escândalo, não comprovado, envolvendo o então chefe de gabinete de Guido Mantega, em 2013.

Meio cheio
No Supremo Tribunal Federal (STF), embora tenha causado incômodo o vídeo distribuído por Bolsonaro chamando para atos no dia 15, a peça anterior, com hienas representando o Supremo, foi considerada pior.

Pescador
O ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) fez um agrado aos moradores da Ilha do Mel (PR), na última quinta-feira. Prometeu voltar para passear com a família e inaugurar dois pontos de atracação na ilha – as obras, no valor de R$ 9,5 milhões, serão bancadas pela empresa que administra o Porto de Paranaguá, como contrapartida ambiental à dragagem na região.

Divórcio
Apesar do desembarque de Onyx Lorenzoni no Ministério da Cidadania, a Secretaria Especial de Cultura não deve mesmo voltar para a pasta – desde novembro, ela está vinculada ao Turismo.

Divórcio II
A expectativa de servidores do órgão, agora chefiado por Regina Duarte, é de que seja concluída enfim a separação – atividades como assessoria jurídica são prestadas, ainda hoje, pelo Ministério da Cidadania.

Planos
O impacto provocado pelo coronavírus na comercialização de pacotes de viagem e nas compras no exterior será tema, amanhã, de uma reunião entre representantes da Secretaria Nacional do Consumidor, Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Anvisa, ministérios da Saúde, Economia e Justiça.

Em terra
Em São Paulo, até o momento, a orientação é para que passageiros que compraram passagens para países com pacientes infectados pelo vírus procurem o Procon.

Negativo
O ex-secretário municipal de Educação Alexandre Schneider recusou proposta feita pela Rede e pelo PV para se lançar candidato a prefeito de São Paulo. “Fiquei honrado com o convite. Mas não seria possível nesse momento”, diz.

Nova vida
Ex-integrante das gestões de Gilberto Kassab e João Doria, Schneider tem vínculo com a Universidade Columbia, em Nova Iorque, até julho. Após esse período, ele afirma que deve seguir outro rumo profissional.

Tiroteio
“Não sei se ficamos mais preocupados nós, democratas, ou se Bolsonaro, com rival na luta pela chefia de regime de exceção”. Da ex-deputada Manuela D'Ávila, sobre o ministro da Justiça, Sergio Moro, passear em um blindado durante visita ao Ceará.

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