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Tava sumido

| 25/08/2021, 09:16 09:16 h | Atualizado em 25/08/2021, 09:19

Em meio à crise de popularidade do governo Jair Bolsonaro, o ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, recebeu o Fórum das Centrais Sindicais, ontem, em Brasília.

Segundo as lideranças das centrais, o convite partiu de Onyx Lorenzoni, que manifestou interesse em abrir um canal de diálogo para ouvir as demandas do grupo. As centrais afirmam que esse foi o primeiro encontro institucional de fato com a administração federal desde a chegada de Bolsonaro.

Um de vocês
Compareceram representantes de CUT, Força Sindical, UGT, CTB e Nova Central. Eles disseram que Onyx Lorenzoni afirmou que o encontro seria o primeiro de muitos e quis lembrar do passado em comum – ele foi presidente do sindicato dos veterinários no Rio Grande do Sul.

Crise
A busca de aproximação acontece no momento em que Bolsonaro é pressionado pela CPI da Covid, pela relação tensa com outros Poderes e por protestos que pedem seu impeachment, dos quais participam as próprias centrais.

Papo
“É uma abertura de diálogo em momento difícil do País”, diz João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força. Ricardo Patah, da UGT, criticou a minirreforma trabalhista embutida na MP 1045 e falou em volta da escravidão. Onyx divergiu e falou em criação de empregos.

Pode
O ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretária-Geral da Presidência) e o diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, foram intimados pela Polícia Federal para prestar depoimento no inquérito das fake news. Os dois serão ouvidos na investigação que mira Bolsonaro e a live de 29 de julho em que ele atacou sem provas as urnas eletrônicas.

...falar
A PF também intimou o militar da reserva Eduardo Gomes da Silva, que apresentou a transmissão ao vivo.

Off
A decisão tomada pelo Conselho Pleno da OAB, ontem, de aprovar a realização de eleições online somente no Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Maranhão e em Santa Catarina, estados que haviam feito requerimento para a modalidade, aborreceu parcela dos advogados da seccional de São Paulo.

Pra trás
Leonardo Sica, pré-candidato à presidência da OAB-SP, lamentou que o estado tenha ficado de fora. “A democracia interna da OAB não condiz mais com a história da entidade. Perdemos a oportunidade de recuperar nossa representatividade”, disse.

Turbo
A gestão João Doria (PSDB) remanejou R$ 50 milhões da secretaria de Educação para ações de publicidade institucional da pasta. Os valores estavam vinculados ao auxílio transporte e a programas de desenvolvimento dos ensinos fundamental e médio. Em 2020 e 2021, o valor previsto para publicidade institucional na educação foi de R$ 19,1 milhões.

Prioridades
O deputado Paulo Fiorilo (PT) enviou um pedido de informações ao governo. “Esse recurso não poderia ser melhor aproveitado em outras ações da pasta? Daria para ampliar o novo programa de auxílio contra a evasão escolar para mais 50 mil alunos ao ano”, afirma o parlamentar.

Utilidade
Em nota, o governo de São Paulo informou que os recursos serão usados em campanha para incentivar os alunos a evitar a evasão escolar e ajudar na readaptação da rotina.

Pare
O desembargador Aroldo Viotti, do Tribunal de Justiça de São Paulo, acatou pedido de Guilherme Boulos (Psol-SP) e concedeu liminar para suspender a contratação pela Prefeitura de São Paulo de consultoria para revisão do Plano Diretor Estratégico. O líder do MTST apontou ausência de licitação e a necessidade de participação popular para debater o contrato.

Tem base
A Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico de Engenharia havia sido contratada por R$ 3,5 milhões. Em nota, a prefeitura diz que a dispensa de licitação se baseou em lei federal.

Em público
Antes de submeter o projeto de lei das antenas à 2ª votação, o presidente da Câmara Municipal, Milton Leite (DEM-SP), quer compromisso público das empresas de telecomunicações de que não vão judicializar trecho que determina que regiões periféricas e locais próximos a escolas e unidades de saúde sejam priorizados. Ele diz que não quer aprovar a lei e depois ver os artigos derrubados na Justiça pelas teles.

Tiroteio
“Os ministros estudaram a Constituição e as leis. Será que eles vão atender só as leis do agronegócio e da grilagem?”
De Alessandra Munduruku, da federação dos povos indígenas do Pará, sobre o julgamento no STF do marco temporal para terras indígenas.

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