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Tango

| 18/04/2020, 09:58 h | Atualizado em 19/04/2020, 09:07
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Folha de São Paulo

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Entre idas e vindas, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Paulo Guedes (Economia) trocaram mensagens até a semana passada.

Depois disso, o telefone emudeceu. A relação dos dois, que já se deteriorava desde a reforma da Previdência, quando Maia tomou para si o protagonismo da aprovação, desandou no Orçamento impositivo e inflamou com o socorro aos estados. A visão na Economia é a de que Maia age como líder do DEM com o objetivo de ajudar eleitoralmente aliados nas cidades.

Mágoa
O projeto de ajuda aos estados foi a gota d'água na relação, pois Bolsonaro, alimentado por Guedes, viu-se alijado da política, vendo Maia oferecer benesses em nome da União aos estados.

Grampo
A auxiliares, Guedes tem dito que perdeu a confiança em Maia e que quer saber tudo o que presidente da Câmara anda falando e pedindo. Diz temer dar munição para Maia atirar.

Proposta
O plano de testagem em massa, proposto pelo novo ministro da Saúde, Nelson Teich, enfrenta outro desafio prático. O governador do Pará. Hélder Barbalho (MDB), afirma que os testes que estão sendo repassados aos estados têm limitações de diagnóstico e só conseguem detectar o vírus por volta do 7º dia.

Ciência
Para ele, basear as políticas públicas nesses testes é arriscado. "O cidadão vai fazer o teste e vai sair achando que está sadio mas pode ser um falso negativo", diz. “Se o Ministério da Saúde conseguir testes que identificam a doença já no primeiro dia aí se pode investir em uma política ostensiva de testagem”.

Anticorpos
O Ministério da Saúde diz que esse tipo de teste vai ser mais importante para a implementação do que está sendo chamado de passaporte da imunidade, que é pra ver se a pessoa já teve contato com o vírus. Nas entrevistas, a equipe de Mandetta citou algumas vezes a dificuldade para aquisição do outro tipo de exame, desejado por diversos países na pandemia.

E nós?
Causou desconforto entre técnicos da Anvisa terem sido ignorados nos testes que o ministro Marcos Pontes (Ciência) anunciou que tem feito com remédio que, diz, pode reduzir a carga do coronavírus em 93,4%. A assessoria de imprensa do órgão confirma que a agência não foi envolvida, mas explica que isso se deu porque não se trata de pesquisa com fins de registro.

Solo
O procurador-geral da República, Augusto Aras, foi o único dos chefes das instituições a comparecer na posse de Teich, ontem. O presidente do STF, Dias Toffoli, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e Maia disseram que tiveram outros compromissos e que não puderam comparecer.

Agenda
Segundo assessoria do presidente da Câmara, a única posse de ministro com sua presença foi a de Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). João Otávio de Noronha, presidente do STJ, disse não saber se foi convidado, mas que de qualquer maneira não iria porque tinha outros compromissos.

Ataques
Um vídeo da despedida de Mandetta no prédio do ministério, no qual ele canta Gonzaguinha ao lado de funcionários, foi compartilhado por diversos apoiadores de Bolsonaro. O ex-ministro foi criticado por abraçar uma colega de trabalho, não usar máscaras e causar aglomeração, pontos condenados por ele desde o início da pandemia.

Adeus
O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), aproveitou a saída de Mandetta para um desabafo em relação ao colega. Deu parabéns para Nelson Teich e disse que “diferente do que foi praticado pela gestão anterior, está atento à necessidade de trabalhar integrado aos demais setores impactados com esta pandemia”.

Estrela
Se foi pouco lembrado nas apresentações de artistas sertanejos, Jair Bolsonaro emplacou na música gospel. Numa live na última terça-feira, a cantora e pastora evangélica Aline Barros pediu uma bênção para o Presidente.

Ave Maria
“Abençoamos o Presidente, abençoamos a sua casa. Dê sabedoria a esse homem, Senhor, para tomar decisões acertadas em ti”, disse. A apresentação tem mais de 2 milhões de visualizações no YouTube.

Tiroteio
“Falam que prisão domiciliar não é prisão de verdade. É, sim. Olha só como estamos todos nós, nos sentindo presos.” De João Otávio de Noronha, presidente do STJ, sobre isolamento e em referência à defesa que faz da domiciliar para detentos do semiaberto.

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