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Colunista

Folha de São Paulo

Siga o fio

| 20/08/2021, 09:16 09:16 h | Atualizado em 20/08/2021, 09:20

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Luis Felipe Salomão, a delegada da Polícia Federal Denisse Ribeiro e representantes de Twitter, Facebook, YouTube e Instagram se reuniram ontem para falar a respeito da investigação sobre a live em que Jair Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas.

Um dos objetivos do encontro foi viabilizar relatório com os valores que as páginas dos alvos da investigação receberam das plataformas e qual a origem, em caso de publicidade e doações.


Outra finalidade do encontro para os investigadores foi tentar entender se é possível fazer o caminho inverso das postagens com conteúdo falso para chegar até a origem de quem produziu e disseminou desinformação sobre as urnas eletrônicas.

Capim
Os investigadores ainda colheram sugestões com os responsáveis pelas plataformas a respeito das formas e modelos de arrecadação de dinheiro e como evitar a monetização de quem espalha desinformação.

Seca
O TSE, a pedido da PF, bloqueou o repasse de valores pelas plataformas via monetização para canais de apoiadores bolsonaristas investigados.
Como mostrou o Painel, o tribunal prepara para os próximos meses uma resolução específica para barrar a monetização de canais utilizados para fins políticos durante as eleições, tanto em nome de candidatos como de apoiadores.

Recurso
Bolsonaro tenta reverter no STF a abertura dos dois inquéritos instaurados por Alexandre de Moraes para investigar as lives com ataques sem provas às urnas eletrônicas. A Advocacia-Geral da União recorreu e pede que o Plenário do STF decida se pretende abrir os inquéritos.

Lista
Uma das investigações contestadas é a do vazamento de informações sigilosas pelo presidente ao divulgar o inquérito sobre o ataque hacker ao TSE. A outra é o inquérito instaurado por Moraes para apurar se o presidente cometeu 11 crimes durante a live em que atacou as urnas eletrônicas sem apresentar provas.

Block
Maior bancada do Senado, o MDB deve se posicionar contra a volta das coligações nas eleições proporcionais (deputados e vereadores). A proposta de reforma eleitoral foi aprovada na Câmara e agora deve ser analisada pelos senadores.
A bancada se reuniu na quarta-feira (18) na casa do ex-presidente do Senado Eunício Oliveira (MDB-CE).

Sem
Coordenador do Prerrogativas, grupo de advogados que se formou em contraponto aos métodos da Lava a Jato, Marco Aurélio de Carvalho disse ter visto grande ironia na fala de Lula de que escolheria o primeiro colocado na lista tríplice como Procurador-Geral da República.
Bolsonaro ignorou duas vezes os nomes indicados pela categoria e escolheu Augusto Aras.

…rancor
Carvalho, ex-coordenador do setorial jurídico do PT-SP, reconhece as divergências sobre o tema até mesmo na esquerda, mas afirma que Lula “demonstrou preocupação com a recuperação da credibilidade e da independência do Ministério Público, mesmo tendo sido injusta e criminosamente perseguido por alguns integrantes da instituição.”

Dois…
O Psol está em meio a votação que em duas semanas revelará a tendência que o partido seguirá em 2022: abrir mão da candidatura à Presidência e compor frente ampla ou lançar nome próprio. Glauber Braga (RJ) é o principal representante da segunda tese.

…caminhos
Braga defende que o Psol não pode fazer aliança com a direita liberal, “que se fantasia de centro e forma um bloco de fato com a extrema direita.” Ele diz que não há garantia de que pautas defendidas pelo Psol, como a oposição a programas considerados ultraliberais, prosperariam nessa composição.

Acolhida
A Associação dos Magistrados Brasileiros discute com entidades de outros países que integram a União Internacional de Magistrados uma forma de retirar 270 juízas que atuavam no Afeganistão antes da retomada do Talibã.

Juntas
O objetivo é definir quais países cujas associações de magistrados vão acionar o governo para conceder asilo. “Não se pode abandonar aqueles que estiveram lutando em favor da consolidação dos princípios do Estado de Direito no Afeganistão”, diz a presidente da AMB, Renata Gil.

Tiroteio
“Bolsonaro nega minorias: mulheres, negros, pessoas com deficiência, LGBTQIA+. É a política pública da omissão”
De Mara Gabrilli (PSDB-SP), senadora, sobre Bolsonaro ter deixado de investir R$ 400 milhões em políticas voltadas às mulheres.

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