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Redução de danos

| 11/03/2020, 06:40 h | Atualizado em 11/03/2020, 06:43
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Folha de São Paulo

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Para manter o acordo que entrega ao Congresso o destino de R$ 17 bilhões do Orçamento, o governo vai tentar um novo caminho, o de reduzir o poder do relator na liberação das verbas – como está, o texto requer que Domingos Neto (PSD-CE) autorize a despesa.

Sem saber se tem os votos necessários para manter o combinado, a ideia é tentar a alternativa para convencer os que reclamam que o atual formato deixa o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), com superpoderes.

Quero mais - Alcolumbre (DEM-AP) tenta, nos bastidores, sua recondução à presidência do Senado – a eleição é em fevereiro de 2021. Os que estão contra o acordo querem minar a possibilidade de que ele use esse dinheiro como moeda na campanha.

Não tô vendo - Embora Jair Bolsonaro siga negando que tenha feito acordo com o Congresso, parlamentares ressaltam que o governo não retirou a proposta que tramita na comissão de Orçamento.

Culpa de quem? - Governistas colocam na conta de Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) o impasse no Orçamento. Dizem que o governo não ganhava, desde o início, nada com o acordo. No Congresso, o ministro é visto agora com descrédito, por Bolsonaro não assumir o combinado que ele fez.

Prioridade - O novo secretário de Esporte, Marcelo Magalhães, padrinho de casamento de Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), fez nesta terça (10), em sua cerimônia de posse, um discurso corporativista. Disse que seu grande desafio à frente da pasta será "fortalecer a imagem do profissional de educação física".

Peixe - Flávio Bolsonaro esteve presente, sentado à mesa do evento. Magalhães assumiu o lugar do general Décio Brasil,que diz ter sido demitido por ter desagradado Jair Bolsonaro em uma indicação feita pelo presidente.

Luta - Em meio à batalha para conseguir liberação de dinheiro para despesas no combate ao coronavírus, estados tentam agora uma negociação alternativa. Querem que o Ministério da Saúde libere ao menos 20% da solicitação que fizeram, de R$ 1 bilhão, como um sinal de ajuda.

Azedo - Os estados disseram ao ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) que estão incomodados e desconfortáveis com a ausência de uma definição sobre o tema.

BLOCO NA RUA - O prefeito de SP, Bruno Covas (PSDB), começará a fazer agendas externas sem restrições a partir da semana que vem, após quase cinco meses com limitações médicas devido a tratamento de câncer. O tucano está com a imunidade recuperada após concluir a quimioterapia.

Bate e volta - Ele se licenciará do cargo entre sexta (13) e domingo (15) para viajar com o filho e ganhar fôlego para, em seguida, emendar uma série de compromissos por bairros da capital. Em seu lugar ficará o presidente da Câmara, Eduardo Tuma (PSDB).

Quatro mãos - A nota emitida pela presidente do TSE, Rosa Weber, reafirmando "a absoluta confiabilidade" do sistema de votação após acusação de fraude na eleição de 2018 feita pelo presidente Jair Bolsonaro, foi escrita com o seu vice, Luís Roberto Barroso.

De chegada - No cargo desde 2018, Rosa Weber seguirá nele até 25 de maio, quando abrirá espaço para o número 2.

Ponto morto - O projeto de lei do vereador paulistano Adilson Amadeu, que estabelece limite ao número de motoristas de aplicativo proporcional à quantidade de taxistas em SP, está na pauta de votação da Câmara desta quarta (11), mas não irá longe.

Derrapou - Caso passe na primeira votação, não deve voltar para a segunda. Se aprovado na Câmara, não será sancionado por Bruno Covas, é o que afirmam as pessoas mais próximas do prefeito tucano.

Visita à Folha - A superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Ana Paula Pinho, e o diretor-geral do Hospital Sírio-Libanês, Paulo Chapchap, lideranças do Proadi-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS), visitaram a Folha nesta terça-feira (10). Estavam acompanhados de Aline Dumelle, assessora de imprensa.

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