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| 19/07/2020, 08:05 h | Atualizado em 19/07/2020, 08:09
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Folha de São Paulo

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Com sua possível saída comentada publicamente por membros do governo, o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, tem apoio quase unânime entre os secretários estaduais da área, que não estavam tão alinhados aos antecessores. Dos 27 secretários de Saúde do Brasil, 17 disseram ao Painel que aprovam o trabalho do general. Os demais não foram encontrados ou não responderam. O vice-presidente Hamilton Mourão disse que Pazuello deve ser trocado em agosto.

Norte a Sul

Representantes de Bahia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Distrito Federal, Espírito Santo, SP, Ceará, Tocantins, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Goiás, Pará e Acre elogiaram o trabalho de Pazuello. Muitos deles são de governos de oposição a Jair Bolsonaro.

Ágil

Os principais traços positivos destacados na administração são o pragmatismo, a organização logística e abertura para receber demandas.

Na medida

“É uma pessoa cordial, mostrou-se interessado em ouvir e resolver. A equipe que aí está hoje tem uma missão bem definida. Em meio à crise, ninguém irá formular políticas de saúde nem reinventar a roda. São gestores adequados para o momento”, diz Fábio Vilas-Boas, da Bahia.

Visão

Alguns secretários salientam, porém, que Pazuello só pode ser elogiado por seu trabalho na crise. “Precisamos começar a pensar num projeto de saúde para o País. Não vejo um projeto estruturado. Para além de nomes, o que interessa é um projeto”, diz Carlos Martins, do Ceará.

Basta um verniz...

A Caixa começou a divulgar duas propagandas sobre a distribuição do auxílio emergencial no Norte e Nordeste. Nos vídeos, pessoas identificadas como profissionais de baixa remuneração (ambulante, merendeira, marisqueira) choram e dizem que nunca haviam visto “tanto dinheiro assim”.

...para ser feliz

Em março, o governo anunciou proposta de pagamento de R$ 200 de auxílio. Após intervenção da Câmara, o valor subiu para R$ 500. Bolsonaro, então, autorizou aumento para R$ 600.

Supimpa

O aplicativo Caixa Tem é exaltado nas peças publicitárias. No entanto, ele tem sido criticado pelos usuários por falhas operacionais e de segurança, que, inclusive, tem sido apontadas como brechas para invasões de hackers.

Nóis num semo...

Chamado pela embaixada de Israel para participar de evento de concessão da medalha de Jerusalém para o ministro do STF Luís Roberto Barroso, ocorrido na sexta-feira, o chanceler Ernesto Araújo foi desconvidado dias depois.

...tatu

O motivo: ao saber dos convidados, Barroso pediu que o evento não tivesse conotação política. A medalha é entregue a quem tenha se destacado no fortalecimento das relações entre Brasil e Israel.

Reserva

A embaixada afirma que “o objetivo era realizar um evento com ministros e autoridades, mas, a fim de respeitar as restrições de segurança e a distância social durante o período da Covid-19, optamos por entregar a medalha de maneira mais reservada”.

Foco

O governo está concentrando em senadores a negociação para manter o veto de Bolsonaro à desoneração da folha de salários de 17 setores. Parlamentares afirmam que, na Câmara, está difícil a vitória. Um complicador da estratégia é o veto feito em outro projeto, o marco do saneamento, que irritou senadores.

Palavra

Aliados de Davi Alcolumbre (DEM-AP) afirmam que ele deseja colocar em votação o veto do saneamento, para que prevaleça o acordo que havia sido feito e foi quebrado pelo governo.

Din Din

Levantamento feito pelo Ranking dos Políticos nas despesas de parlamentares no primeiro semestre mostra que os políticos do PC do B foram os que mais usaram, proporcionalmente, a cota de gastos a que têm direito: 63% do total disponível, seguido por Patriota (62%) e PDT (60%). O que menos gastou foi o Novo (16%).

No bolso

Os principais gastos dos parlamentares no período foram aluguel de veículo automotor (R$ 41 milhões), escritório de apoio à atividade parlamentar (R$ 38 milhões) e combustível (R$ 10 milhões).

Tiroteio

“Sobre a desoneração ser inconstitucional: não é inconstitucional, é burrice”.

Do senador Otto Alencar (PSD-BA) sobre a polêmica em torno do veto à extensão da desoneração da folha de pagamento.
 

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