Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Painel

Painel

Colunista

Folha de São Paulo

Pegadas

| 27/02/2021, 11:06 11:06 h | Atualizado em 27/02/2021, 11:15

De saída do comando da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o empresário Fabio Wajngarten é investigado pela Polícia Federal no inquérito sobre financiamento e organização de atos antidemocráticos e chegou a ser alvo de um pedido de busca e apreensão no final de julho de 2020.

A Procuradoria-Geral da República (PGR), comandada por Augusto Aras, se manifestou contra a solicitação dos investigadores, que acabou não ocorrendo.

Sem razão
O argumento utilizado pela equipe de Aras foi de que não havia lastro mínimo concreto que justificasse vasculhar a residência de Wajngarten e que as buscas poderiam ser substituídas por medidas menos invasivas.

Na mira
A polícia também pediu buscas na Secom, que fica localizada no Ministério das Comunicações. A PGR também foi contra.

Lupa
O objetivo da medida solicitada pela PF era de avançar sobre a suspeita de que o governo federal, por meio da secretaria comandada pelo empresário, repassava de forma indireta dinheiro de publicidade para páginas bolsonaristas que estimularam atos antidemocráticos. Procurado pelo Painel, Wajngarten não se manifestou.

Imã
O Instituto Sou da Paz pediu ao STF para entrar como amicus curiae (interessado na causa) na ação em que o PSB questiona a constitucionalidade dos decretos de Bolsonaro para afrouxar regras de compra de armas. Na última quarta-feira, a ministra Rosa Weber deu cinco dias para o Presidente explicar as medidas.

Ave maria
No decreto com a previsão de lockdown a partir de amanhã, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), decidiu liberar a possibilidade de realização de missas e cultos. A medida prevê apenas o funcionamento de serviços essenciais, como hospitais, supermercados e farmácias.

Porta aberta
O vice-presidente Hamilton Mourão vai receber na próxima terça-feira o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, em uma audiência sobre o auxílio emergencial.

Mão no bolso
O sindicalista diz que vai defender o valor de R$ 600 –o ministro Paulo Guedes (Economia) tem defendido R$ 250 como limite. Torres afirma que também vai abordar a questão de vacinação com o vice.

Caminhada
Presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o tucano Cauê Macris e seus aliados começaram a se movimentar para que ele seja vice em chapa para o governo de São Paulo encabeçada pelo vice-governador Rodrigo Garcia (DEM) em 2022.

Escolhido
Em reuniões com líderes partidários da Alesp, na quinta-feira, Carlão Pignatari (PSDB), candidato que é apoiado por Macris para sucedê-lo na presidência da Casa, disse que trabalhará para que ele seja vice de Garcia em 2022. Pignatari foi aplaudido. Macris estava presente no encontro.

É ele
“O deputado Cauê Macris terá meu apoio nesse sentido”, disse Pignatari ao Painel, ontem, confirmando o ocorrido no encontro.

Pole position
Yang Wanming, embaixador da China no Brasil, se apressou para cumprimentar a senadora Kátia Abreu pela eleição para a presidência da Comissão de Relações Exteriores no Senado. Ela foi eleita na terça e, na manhã de quinta, a carta do chinês estava nas mãos da senadora. Foi o primeiro embaixador a felicitá-la.

Mandarim
Kátia Abreu é uma das parlamentares que mantêm melhor relação com o governo chinês.

Ano e meio depois
Após o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovar na quinta-feira a continuidade do processo disciplinar contra Coronel Tadeu (PSL-SP), o parlamentar pediu desculpas por ter quebrado, em novembro de 2019, uma placa com charge de uma exposição em homenagem ao Dia da Consciência Negra.

Tiroteio
“Vitória! O caso de Daniel Silveira não pode servir de escudo para reforçarem privilégios e impunidade para parlamentares”
De Tabata Amaral (PDT-SP), deputada, sobre o fracasso na tentativa de votação da PEC da Imunidade.

MATÉRIAS RELACIONADAS