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| 02/02/2020, 06:00 h | Atualizado em 02/02/2020, 16:02
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Folha de São Paulo

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) deslocou alguns de seus servidores para fazer a segurança de autoridades. Desde o meio de 2019, a PRF faz a proteção da ministra Damares Alves (Direitos Humanos) de forma permanente.

Até o fim de dezembro, o órgão também trabalhou para o procurador da Lava a Jato Deltan Dallagnol. A polícia afirma estar sob o amparo de decreto elaborado por Sergio Moro (Justiça) e assinado por Jair Bolsonaro no ano passado.

Fermento

Sob Moro e Bolsonaro, a Polícia Rodoviária Federal tem sido prestigiada. Ato do ministro da Justiça deu à PRF, por exemplo, a permissão de atuar em investigações.

Alto lá

O presidente do STF, Dias Toffoli, suspendeu a medida do governo em janeiro, e lembrou a Constituição: a PRF destina-se, na forma da lei, ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais.

Quadrado

Moro afirma que autoridades em risco concreto pelo exercício da função precisam ser protegidas pelas forças policiais federais.

Defesa

“Diante da dificuldade da Polícia Federal em atender todas as demandas, a PRF ou a Força Nacional têm pontualmente contribuído. Não há qualquer ilegalidade ou desvio de função”, diz o ministro.

Ciúme

As medidas de Moro para policiais rodoviários têm sido alvo de críticas da PF. A liminar dada por Toffoli foi em uma ação direta de inconstitucionalidade protocolada pela ADPF – Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal.

Verde I

Diferentes categorias de servidores públicos temem que Paulo Guedes (Economia) aproveite a reforma administrativa para enxugar ao máximo as carreiras de Estado – elas deverão ser as únicas que manterão a estabilidade no emprego, tal qual existe hoje, no futuro. Pela Esplanada, ainda é elevada a resistência às mudanças.

Verde II

Procurada, a Economia informou que a definição de carreiras de Estado só ocorrerá depois da reforma, em projetos de lei complementares. Guedes prometeu, na última quinta-feira, apresentar a proposta em duas ou três semanas.

A Polícia Federal recebeu na última sexta-feira o pedido de abertura de um inquérito criminal para investigar suspeitas sobre o chefe da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência da República), Fabio Wajngarten. A solicitação vai ser analisada.

Bico

Assessor internacional da presidência da República, Filipe Martins dá ao menos três cursos on-line. O mais barato custa R$ 145 e o mais caro, R$ 198.

Mestre

As classes têm um tópico chamado “Desencanto do mundo” e as ideologias são tratadas como “danosas à humanidade”. A existência delas, segundo sua descrição, têm relação com o afastamento do “homem moderno” de Deus e “das bases religiosas que fundaram a civilização”.

Criador

Um dos cursos se chama Introdução à Filosofia Política de Olavo de Carvalho.

Lenha

O deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) enviou à presidência da Câmara dos Deputados um requerimento pedindo a convocação do ministro Abraham Weintraub (Educação) para que ele seja ouvido no plenário sobre os erros no Enem.

Retorno

A solicitação ocorre após os ataques de Rodrigo Maia (DEM-RJ) contra o ministro. Se aprovada, será a segunda vez de Weintraub no plenário. Em 2019, ele teve de se explicar sobre cortes nas universidades.

Lupa I

As eleições municipais deste ano fizeram a CGU (Controladoria-Geral da União) adiar o início do novo método de seleção dos municípios que passam pelo pente-fino do órgão. Quer se desviar de acusações de que persegue grupos políticos às vésperas do pleito.

Lupa II

Hoje, a escolha das cidades que passam pela peneira é feita por sorteio da Caixa ou por algumas características consideradas de risco. A CGU quer atualizar os indicadores de monitoramento.

Tiroteio

“Não basta demitir o chefe do INSS. Tem de ir na fonte, que está contaminada por um governo que quer destruir a Previdência.”, de Miguel Torres, presidente da Força Sindical, sobre a demissão do presidente do INSS, Renato Vieira, devido às filas no atendimento.

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