Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

PAINEL

Nem vi

| 07/05/2020, 08:57 h | Atualizado em 07/05/2020, 10:01
Painel

Folha de São Paulo

Siga o Tribuna Online no Google

Google icon

A nomeação feita por Jair Bolsonaro de Fernando Leão como diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas para se aproximar do Centrão não abalou o apoio dos deputados federais que são seus seguidores mais fiéis, mas gerou confusão.

As reações oscilaram entre o alegado desconhecimento, as críticas a fake news e a incerteza sobre os propósitos da manobra. Na última terça-feira, ao falar do acordo, Bolsonaro disse que não havia nenhum nome publicado no Diário Oficial.

Nada
A deputada Alê Silva (PSL-MG) disse que nunca ouviu qualquer conversa sobre o tema nos grupos bolsonaristas de WhatsApp ou em cafés da manhã com o Presidente e que para a ala bolsonarista é como se o tema “não existisse”.

Fake
Daniel Silveira (PSL-RJ) diz que dá o benefício da dúvida ao Presidente, que, segundo ele, dificilmente erra. Ele diz que mais para a frente será possível dizer de que maneira essa nomeação se encaixa em um projeto mais amplo. E completa: “Uma mentira dá a volta ao mundo enquanto a verdade coloca as calças”, sobre as críticas à nomeação.

Tempo
Felício Laterça (PSL-RJ) argumenta no mesmo sentido, e diz que somente o tempo poderá dizer se foi uma medida “salutar ou não”. “Se houver corrupção por indicação política, aí sim veremos um reflexo negativo”, afirma. Bibo Nunes (PSL-RS) diz que o Presidente não faz o “toma lá dá cá”, e isso que importa. “Ele distribui para os que estão com ele. Vai dar para o PT?”.

Com calma
A escolha do delegado Tácio Muzzi para a Superintendência da Polícia Federal do Rio foi bem recebida no órgão em meio a uma intensa desconfiança. Há ainda, no entanto, receios. Cinco postos de chefias em estados estão abertos e as próximas decisões serão decisivas neste primeiro momento.

Movimento
Com a nova diretoria formada por Rolando de Souza, as superintendências da Paraíba, do Rio Grande do Sul, de Alagoas e Tocantins estão sem comandantes, por enquanto. Além delas, Goiás também está com a cadeira vazia – Josélio Azevedo foi para o Ministério da Justiça.

Pólvora
Projetando quebradeira no campo, especialmente do setor sucroalcooleiro, o MST planeja uma jornada de ocupações de terras de empresas falidas logo após a pandemia. O movimento também diz estar percebendo aumento da pobreza no campo.

Sigilo
A Secretaria de Comunicação do governo Bolsonaro se recusou a responder se detém ou não o vídeo da reunião de ministros citado por Sergio Moro. Em depoimento, o ex-juiz federal afirmou que, no encontro do dia 22 de abril, o Presidente pediu a substituição do diretor-geral da Polícia Federal e do superintendente do Rio. O Painel perguntou se o vídeo tinha sido guardado e se seria entregue no inquérito que corre no STF.

Ponteiro
O Palácio do Planalto não tinha entregado a gravação até a noite de ontem. Na última terça-feira, o ministro do STF Celso de Mello deu 72 horas para a entrega do material.

Stop
A produção de cloroquina no laboratório do Exército teve uma pausa por causa da falta de insumos. Inicialmente, o Ministério da Defesa divulgou que produziria 1 milhão de comprimidos por semana. Segundo nota da pasta, a matéria-prima está sendo adquirida para continuar a fabricação.

Segura
Depois que Bolsonaro diminuiu a campanha pelo medicamento, a Defesa também mudou de planos. O órgão colocou um teto na produção: vai produzir mais 1,75 milhão de pílulas e depois só se houver demanda.

Apuração
A bancada do Psol na Câmara enviou ofício à Procuradoria dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal, pedindo investigação sobre possível improbidade administrativa do governo federal no atraso da abertura do hospital de campanha de Águas Lindas, em Goiás.

Tranca
Como revelado pelo Painel, o hospital permanece fechado devido a problemas burocráticos do governo Bolsonaro, que tem utilizado o local como objeto de propaganda. As obras foram concluídas, mas o Ministério da Saúde ainda não repassou a administração da unidade ao governo do estado.

Tiroteio

“O projeto de socorro aos estados mostra que pau que nasce torto nunca se endireita e que o ruim pode ficar pior.”

Do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), relator de projeto na Câmara que foi substituído por proposta do Senado, aprovada ontem.

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Painel

Painel, por Folha de São Paulo

ACESSAR Mais sobre o autor
Painel

Painel,por Folha de São Paulo

Painel

Folha de São Paulo

Painel