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PAINEL

Nada demais

| 04/05/2020, 06:12 h | Atualizado em 04/05/2020, 06:28
Painel

Folha de São Paulo

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A nova participação de Bolsonaro em ato antidemocrático, que culminou em agressão a jornalistas, foi vista por políticos do centrão como "um domingo como outro qualquer". Para eles, a ameaça a enfermeiros no dia anterior e as declarações do presidente intimidatórias contra o STF, dando a entender que não aceitará eventuais decisões desfavoráveis, também não seriam nada diferente. O grupo é o novo aliado de Bolsonaro e está prestes a receber um novo lote de cargos públicos.

Amigos

Os poucos parlamentares que se posicionaram a respeito do fim de semana, defenderam as pessoas agredidas, mas não criticaram a postura de Bolsonaro, que mais uma vez incentivou aglomerações durante a pandemia.

Crise

Neste domingo, o Ministério da Saúde confirmou que o Brasil tem 7.025 mortos pelo coronavírus e mais de 100 mil infectados. Nada disso, porém, faz virar a chave no Congresso, avaliam integrantes da oposição.

Palmas

Na avaliação de políticos e membros do Judiciário, a ação de Bolsonaro foi para seguidores. Ele quis passar a mensagem de que é ele que manda, um dia antes de anunciar seu novo nome para de diretor-geral da Polícia Federal. No órgão, a expectativa é de que o escolhido seja Rolando Alexandre, braço-direito de Alexandre Ramagem, suspenso pelo STF.

Sem essa

Dentro do Supremo, ministros dizem que não haveria nenhum motivo para impedir Rolando Alexandre de assumir o cargo. A decisão de Moraes foi específica sobre Ramagem, por causa do inquérito aberto sobre as acusações de Sergio Moro contra Bolsonaro.

Simbolismo

O episódio envolvendo Moraes no sábado foi emblemático sobre o momento atual do Brasil. Cerca de 20 bolsonaristas foram em frente ao prédio do ministro, em São Paulo, e o chamaram de comunista, bandido, corrupto e canalha. Segundo policiais, houve ameaças ao magistrado e sua família. Duas pessoas foram presas.

Rei posto

Os dois manifestantes foram libertados após pagamento de fiança. Os depósitos foram feitos com ajuda do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP). O advogado chamado para o caso foi Danilo Garcia de Andrade, que faz parte do movimento monarquista. Ele defendeu por uma semana a modelo Najila Trindade contra Neymar.

Alarme

Dados da prefeitura de Manaus entre os dias 15 e 22 de abril mostram que ao menos 487 sepultamentos realizados no período foram por óbitos por causa desconhecida ou doença respiratória, mas não coronavírus. O número representa 59,2% do total de enterros (830) entre aquelas datas. Em todo o mês de abril de 2019, foram registrados 871 sepultamentos.

Oficial

Até o último dia 22, o estado do Amazonas registrava 207 mortes por coronavírus, segundo dados do Ministério da Saúde. Procurada, a prefeitura disse que, por causa da crise, não poderia realizar o levantamento sobre o número de mortes em mesmo período do ano passado por doença respiratória ou causa desconhecida.

Oculto

Na avaliação de especialistas, a análise desses oito dias, com dados aos quais o Painel teve acesso, é mais um forte indício de subnotificação da pandemia no país.

Cuidado

Depois do colapso de Manaus, Santa Catarina é considerado o próximo local crítico por causa do coronavírus, segundo técnicos do Ministério da Saúde. Em uma semana, o número de casos confirmados dobrou. Até 24 de abril, 1.200 estavam com Covid-19 oficialmente e agora já são 2.346. A avaliação é de que o número de mortes vai começar a aumentar.

Corrente

Depois de bolsonaristas resgatarem uma reportagem sobre uma interceptação telefônica de Alexandre de Moraes na semana passada, neste sábado apoiadores do presidente bombaram nas redes uma matéria antiga sobre o governador João Doria (PSBD-SP).

Rede

O texto, publicado na Folha em outubro de 2019, é sobre a reação do tucano contra manifestantes pró-Bolsonaro em um evento em Taubaté, em que ele disse 'vai para casa, vagabundo'. O link ficou entre os mais lidos do portal durante o fim de semana.

TIROTEIO

Nelson Teich desde que tomou posse nunca cita a palavra SUS. É um despreparado para o cargo
Do deputado Chico DAngelo (PDT-RJ), sobre a atuação do novo ministro da Saúde

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