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Make Fake News Great Again

| 04/11/2020, 08:22 h | Atualizado em 04/11/2020, 08:25
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Folha de São Paulo

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Apoiadores radicais de Jair Bolsonaro passaram os últimos dias espalhando notícias falsas contra o candidato democrata Joe Biden e a favor do republicano Donald Trump, assim como são acusados de fazer em defesa do presidente brasileiro.

Entre os ataques sem lastro na realidade, insinuaram que Biden seria pedófilo, contra cristãos e que ele planeja invadir a Amazônia. Eles foram alvos de inquéritos do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre fake news. Alguns tiveram suas contas em redes sociais bloqueadas.

Opa
O blogueiro Allan dos Santos, que se mudou para os EUA após passar a responder a inquéritos no STF, publicou imagem em que Biden cochicha no ouvido de uma adolescente com a legenda “caraleo”, insinuando pedofilia.

Vermelho
O youtuber Bernardo Küster publicou vídeo em que diz que Biden estava “entregando a infraestrutura dos EUA para empresas ligadas ao Partido Comunista Chinês”. Küster ainda diz que o democrata vai ajudar a destruir o Ocidente.


Roberto Jefferson, presidente do PTB, colocou Biden como “cristofóbico”. A deputada federal Carla Zambelli escreveu que o “esquerdista” Biden falou em “intervir na Amazônia brasileira”.

Influencer
Com um boné Make America Great Again, o deputado estadual Douglas Garcia (PTB) usou seu tempo em plenário na Assembleia Legislativa de São Paulo para pedir votos a Trump e dizer que as eleições de ontem poderiam “colocar em xeque a liberdade mundial”. Seu vídeo foi visualizado por 66 pessoas.

Quieto
Considerado o guru da ala ideológica do governo, Olavo de Carvalho foi mais discreto e fez poucos comentários. Ele é morador da Virgínia, estado em que a média das pesquisas apontava uma vantagem de 12 pontos percentuais para o democrata.

Determine
Rose de Freitas (Podemos-ES), que é procuradora da Mulher no Senado, encaminhou ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, uma representação pedindo que o juiz Rudson Marcos e o promotor Thiago Carriço de Oliveira respondam a um processo administrativo pelo caso do “estupro culposo” em Santa Catarina.

Castigos
A senadora pede que Fux intervenha junto à corregedora nacional de Justiça, Maria Thereza de Assis Moura, para que os dois sejam penalizados.

Nada a declarar
Intimada para prestar depoimento em um dos inquéritos sobre funcionários fantasmas no antigo gabinete de Bolsonaro na Câmara, a filha de Fabrício Queiroz avisou ao Ministério Público que ficaria em silêncio.

Dupla jornada
Contratada formalmente como secretária parlamentar do então deputado federal, Nathalia Queiroz atuava como personal trainer no Rio de Janeiro. A investigação tem mais de um ano e meio e ainda não terminou.

Na gaveta
O caso da Wal do Açaí, funcionária fantasma de Bolsonaro na Câmara, segue parado. O procurador João Gabriel Morais, do Distrito Federal, segura a investigação sob sigilo já faz dois anos.

Machões
Alvo de ataques na internet, a candidata a prefeita de São Paulo Marina Helou (Rede) vai registrar boletim de ocorrência. “Mulher ganha menos porque engravida”, diz um dos comentários que vão ser levados à Polícia Civil. Outra postagem afirma que a deputada estadual “deve fazer um sexo bem gostoso”.

Século XXI
Outros candidatos da legenda também vão registrar B.O.. Fernanda Gomes, que busca cargo de vereadora, recebeu comentários machistas por causa de sua gravidez (ela está de 7 meses).

Cronologia
Questionada pelo governador do Ceará, Camilo Santana (PT), a operação da Polícia Federal deflagrada ontem contra a Prefeitura de Fortaleza teve uma primeira decisão judicial no dia 9 de outubro. Depois, a PF pediu para juntar documentos, com ajustes de endereços de alvos, principalmente.

Parte 2
Com as novas informações, a Justiça Federal deu a segunda decisão no dia 30 do mês passado. O governador sugeriu, nas redes sociais, que a ação foi política, para atrapalhar as eleições. Entre os argumentos, o de que a PF segurou a operação do dia 9 de outubro até agora.

Tiroteio
“Advogado e juiz rasgaram a lei e desonraram a Justiça. Cuspida na cara das brasileiras, que exigem respostas”
De Simone Tebet (MDB-MS), senadora, sobre audiência em que advogado de empresário absolvido por estupro humilha vítima.

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