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Colunista

Folha de São Paulo

Made in USA

| 18/08/2021, 09:20 09:20 h | Atualizado em 18/08/2021, 09:27

A Polícia Federal afirma em documento enviado ao TSE que a rede de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro envolvida na difusão de desinformação sobre as urnas eletrônicas se vale de uma estratégia de comunicação utilizada nas eleições de 2016 nos EUA e creditada a Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump.

Bannon foi conselheiro da Cambridge Analytica, empresa envolvida no escândalo do uso de dados de usuários do Facebook na campanha eleitoral.

Caos…
A Cambridge Analytica também comandava o site Breitbart News, conhecido por disseminar desinformação. O mesmo modelo, diz a PF, teria sido empregado ainda nas eleições de 2018.

…planejado
Nele, explica o pedido da PF, múltiplos canais na internet procuram promover “ataque aos veículos tradicionais de difusão de informação (jornais, rádio, TV, etc.)”. O objetivo seria chegar ao público de forma direta, “ao dissipar a distinção entre o que é informação e o que é opinião”.

Teia
Segundo a PF, duas investigações que miram Bolsonaro e apoiadores, a das fake news e a de organização criminosa oriunda do inquérito dos atos antidemocráticos, apontam para idealizadores, produtores, difusores e financiadores de conteúdo usado para espalhar desinformação nos moldes vistos nos EUA.

Torneira
As informações constam de pedido enviado pela PF ao TSE para suspender pagamentos das redes sociais a canais que propagam mentiras, que foi negado pelo corregedor-geral, Luis Salomão.

…fechada
A PF pediu a suspensão de repasses no Twitter, Facebook, Instagram e YouTube a contas de Bolsonaro e dos filhos Carlos, Eduardo e Flávio, além dos bolsonaristas Bia Kicis (PSL-DF), Carla Zambelli (PSL-SP) e Daniel Silveira (PSL-RJ).

Um toque
Recém-integrado à defesa de Rogério Caboclo, o advogado Marcelo Jucá afirma ter recebido mensagem em tom de ameaça dizendo para que se afaste do caso em que o presidente da CBF é acusado de assédio sexual e moral por uma funcionária.

Dica
A mensagem diz que ele não deve participar da defesa de Caboclo caso tenha apreço por sua carreira no meio esportivo. O advogado, que continua no caso, afirma que a mensagem partiu de pessoa influente no futebol brasileiro, que ele prefere não identificar.

De novo
Fernando Haddad (PT-SP) e Rui Falcão (PT-SP) recorreram da decisão da ministra do STF Cármen Lúcia de rejeitar mandado de segurança impetrado por eles que pedia que Arthur Lira (PP-AL) fosse obrigado a pelo menos analisar pedido de impeachment contra Bolsonaro.

Gaveta
Os petistas argumentam que Lira tem obrigação legal de receber ou rejeitar os pedidos, mas não pode deixar de analisá-los como tem feito.
Em resposta à peça inicial, Cármen Lúcia disse que conceder o mandado prejudicaria o princípio de separação entre os Poderes.

Repense
O agravo, assinado pelos advogados Mauro Menezes e Marco Aurélio de Carvalho, do grupo Prerrogativas, pede que a ministra reconsidere a decisão ou submeta a questão ao plenário da corte.

Ajuda
Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Aécio Neves (PSDB-MG) enviou ofícios aos ministérios da Justiça e das Relações Exteriores solicitando providências para que o Brasil acolha famílias afegãs, em especial mulheres e crianças. O tucano pede a edição de portaria para autorizar a emissão de vistos de acolhida humanitária.

Troca
Após a PF prender Raphael Montenegro, então secretário de Administração Penitenciária do Rio, por suspeita de ligação com uma facção criminosa, o governador Cláudio Castro (PSC) escolheu para a vaga Victor Hugo Poubel.

Lupa
Poubel é investigado pela própria PF por suspeita de ter recebido propina da organização criminosa chefiada por Sergio Cabral. O ex-governador delatou Poubel em acordo de colaboração anulado pelo STF. Poubel diz que desconhece “qualquer fato criminoso” imputado a ele.

Tiroteio
“O que atrapalha é ter um ministro que não fala português, outro tomado pelo ódio e esse inimigo das pessoas com deficiência”
De Alexandre Padilha (PT-SP), deputado, sobre o ministro Milton Ribeiro dizer que estudantes com deficiência atrapalham outros alunos.

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