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PAINEL

Fumaça

| 03/11/2020, 09:58 h | Atualizado em 03/11/2020, 10:01
Painel

Folha de São Paulo

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Os governadores receberam um sinal de que, apesar das rusgas entre Jair Bolsonaro e João Doria (PSDB-SP), os planos em relação ao Programa Nacional de Vacinação estão mantidos.

Segundo relatos, o Ministério da Saúde informou reservadamente que pretende incorporar todas as vacinas que forem registradas na Anvisa. Parlamentares, porém, dizem desconfiar de que talvez não seja possível concretizar a ideia e avaliam que o governo comprará apenas a que ficar pronta antes.

Corrida
A opinião de parlamentares é que, se a Coronavac ficar pronta antes, tem chances de ser comprada, em razão da pressão social pela cura, apesar da resistência de Bolsonaro.
Agora, se ficar pronta depois, o fato de ser mais cara do que a concorrente de Oxford tenderia a deixá-la de fora dos planos de aquisição do governo federal.

Obstáculos
Além do preço, entra nesse cálculo a dificuldade logística. Os chineses já disseram que a Coronavac será uma vacina de duas doses, já Oxford ainda não definiu se atingirá eficácia com apenas uma aplicação (ambas ainda estão em fase de testes, sem prazo para finalização). Caso sejam de dosagens diferentes, a distribuição pelo país será mais complicada.

Agenda
“Para ser incorporada, a Coronavac tem que chegar no prazo, no preço adequado e que seja possível montar uma estratégia de logística que possa ter validade para todos”, diz Dr. Luizinho (PP-RJ), presidente da comissão parlamentar de acompanhamento da Covid-19.

Cara a cara
Governadores discutirão o assunto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), nesta terça-feira (3), e tentarão contato com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também nesta semana.

Resolve
Parlamentares que estão no meio da disputa entre Arthur Lira (PP-AL) e Maia pelo comando da Casa em 2021 e vislumbram uma oportunidade de se lançar esperam que o presidente da Câmara defina já quem será o seu candidato, sob pena de perder apoiadores.

Lombada
Entrou na pauta do Senado desta semana um projeto de lei que quer restringir o número de empresas de ônibus no transporte interestadual de passageiros. Para competidores, como a novata Buser, isso travará a concorrência. A relatoria é de Acir Gurgacz (DEM-PR), dono da Eucatur.

Impedido
A Justiça Eleitoral determinou que Arthur do Val, o seu partido (Patriota), e o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) tirem das redes sociais propagandas que reproduzem uma pergunta feita pelo candidato ao concorrente Jilmar Tatto (PT) sobre relação dele com a facção criminosa PCC.

Explicação
O PT recorreu ao TRE sob o argumento de que a peça seria ofensiva à honra de Tatto. A defesa de Arthur do Val afirmou não ter realizado afirmação inverídica nem insinuado existir ligação entre Tatto e o PCC.

Fidelidade
Líder do governo no Congresso, o senador Eduardo Gomes (MDB-TO) é, em suas palavras, o principal apoiador da reeleição da tucana Cinthia Ribeiro à prefeita de Palmas. Seu irmão, André Gomes, que comanda o Avante no estado, embarcou há poucos dias na chapa, como candidato a vice.

Autoestima
Cinthia é da ala do PSDB próxima de Doria, arquirrival de Bolsonaro. A diferença entre a política local e a nacional não constrange o parlamentar. “Em 50% dos meus municípios estou com o PSDB. É mais fácil ela (Cinthia) apoiar o Bolsonaro do que eu apoiar o Doria”, disse o senador ao Painel.

Engajamento
Pesquisa interna feita pelo Twitter mostra que 55% dos usuários entrevistados dizem usar frequentemente a plataforma para acompanhar política. Na outra ponta, 15% afirmam não se informar pela rede.

Oficial
O levantamento também revela que a maioria dos que responderam, 54%, segue jornais ou revistas. Apenas 22% seguem políticos que concorrem ao cargo de prefeito nesta eleição.
Ainda assim, segundo a pesquisa, 74% disseram que as ideias que um candidato defende no Twitter podem ajudar a definir o voto. A empresa ouviu 1.024 usuários, nos cinco primeiros dias de outubro.

Tiroteio
“Toda semana mais um novo recorde de devastação ambiental é batido neste desgoverno. Projeto político da destruição”
De Marcelo Freixo (PSOL), deputado federal, sobre o Pantanal ter tido seu pior outubro em queimadas e fogo na Amazônia ter crescido 121%

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