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Colunista

Folha de São Paulo

Fora da caixa

| 15/03/2021, 10:45 10:45 h | Atualizado em 15/03/2021, 10:47

Parlamentares da cúpula do Congresso e ministros passaram a atuar junto a Jair Bolsonaro em defesa de Ludhmila Hajjar para o Ministério da Saúde assim que ela se tornou alvo de apoiadores do presidente.

Uma live da cardiologista com Dilma Rouseff (PT) e sua posição contra a cloroquina foram resgatadas em redes sociais. A médica também já se declarou a favor de medidas restritivas na pandemia, o que deve ser o ponto principal de divergência com Bolsonaro.

Bombeiro
Como a médica já tratou diferentes autoridades, políticos foram chamados a referenda-la, na tentativa de que a base bolsonarista não contamine a escolha.

Pense bem
Um áudio com uma voz feminina atribuída à médica chamando Bolsonaro de psicopata foi levado por auxiliares ao presidente, na tentativa de inviabilizá-la.

Desconheço
Não tenho vínculo partidário. Não sou ligada politicamente a ninguém. Sou médica", afirmou Ludhmila ao Painel. "Fizeram montagem. Não tenho esse vocabulário. Não falaria isso nunca de homem nenhum", completou.

Bons olhos
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse que a médica Ludhmila Hajjar "vai ser ponte de todos os Poderes e setores". "Contará 100 % comigo. Ela é unanimidade na política."

Aprovada
O cardiologista Roberto Kalil Filho, presidente do Incor e que trabalha há 14 anos com a médica, também a elogiou. "Se for escolhida, o país terá uma médica extremamente bem formada e determinada a trabalhar pelo Brasil", afirmou.

Silêncio
Os filhos do presidente e parlamentares bolsonaristas não comentaram a indicação de Ludhmila nas redes ao longo do domingo (14).

Compasso de espera
Procurada pela coluna, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) disse que só comentaria após a confirmação da escolha. Já o deputado Bibo Nunes (PSL-RS) recomendou precaução ao presidente. "Acredito que não há tanta pressa, poderia aguardar um dia para ver como vão ser as reações", afirmou ao Painel.

Tic tac
O presidente Bolsonaro informou a aliados que ainda não tinha tomado sua decisão a respeito da substituição de Eduardo Pazuello por Ludhmila, mas que pretendia definir a questão na manhã desta segunda-feira (15).

Aqui e agora
A CPI da Assembleia de Minas Gerais sobre a vacinação irregular de servidores deve antecipar a eleição de 2022 no estado. A comissão será formada por dois nomes da base do governo, um da oposição e quatro do bloco independente. A leitura é a de que os independentes têm simpatia pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD) e podem agir para desgastar o governador Romeu Zema (Novo).

Negativo
O presidente da Assembleia de Minas, Agostinho Patrus (PV), descarta a antecipação da disputa eleitoral e diz que qualquer estado faria uma investigação sobre o caso dos fura-filas. "Isso não é algo que um adversário possa fazer, é algo que aconteceu dentro do governo. Então quer dizer que não pode fazer CPI, que isso não pode ser um escândalo?", diz ele.

Novos tempos
O deputado estadual Emidio de Souza (PT) propôs um projeto para que a Assembleia de São Paulo tenha paridade de homens e mulheres no Conselho de Ética. A votação que beneficiou Fernando Cury (Cidadania), deputado que apalpou a colega Isa Penna (PSOL), teve apenas duas mulheres entre nove parlamentares. O petista diz querer enfrentar o machismo e a misoginia na Casa.

Veto
Uma reunião que apareceu na agenda de Tarcísio Freitas (Infraestrutura) na semana passada irritou o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e teve que ser cancelada. O ministro receberia o presidente da Febraban e da B3 para tratar, segundo o site da pasta, da desburocratização do bilionário mercado de financiamento de veículos.

Foco
O político do centrão reclamou ao enxergar intenção de atropelar o Legislativo por parte daqueles que pediram a conversa com o ministro. Ele ainda se queixou de que a agenda iria acontecer na semana em que as atenções deveriam estar voltadas, em todas as partes, para a PEC Emergencial.

Tiroteio
“O que sobe são o desemprego e os preços. Com esse governo desastroso, o único destino possível é a pobreza”
Do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) sobre o ministro Paulo Guedes dizer que a economia está começando a decolar

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