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PAINEL

Foi por terra

| 11/04/2020, 10:31 h | Atualizado em 11/04/2020, 10:38
Painel

Folha de São Paulo

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Osmar Terra (MDB-RS) está em uma situação de desmoralização, segundo suas próprias palavras. Há alguns dias ele disse em entrevista que o coronavírus ia matar menos gente do que a gripe em seu estado: abaixo de 1.000 pessoas.

“Estou te fazendo uma previsão que pode me desmoralizar. Quero ver quem está tomando essas medidas pirotécnicas, assustando a população, quero ver me dar números. Eu dou números do que estou falando”, disse Terra. O Brasil superou o número ontem.

Ciência
Um dos líderes do movimento que tenta derrubar Luiz Henrique Mandetta da Saúde, Terra errou até mesmo o número de mortes por gripe no Rio Grande do Sul: no ano passado foram 75 pessoas, segundo dados do InfoGripe. O ex-ministro, que é médico e já foi secretário de Saúde do seu estado, está alinhado a Jair Bolsonaro contra as medidas de isolamento social.

Veja bem
O deputado federal afirmou ao Painel que na rádio quis se referir aos mortos de gripe no seu estado e no país, mas seguiu dizendo que a cada inverno morrem cerca de mil no RS. Perguntado sobre os números estarem equivocados, não respondeu.

Outra vez
Ainda que estivesse fazendo referência aos números oficiais de mortos por gripe do país, Terra também deve ficar para trás em suas previsões, muito em breve. De acordo com o InfoGripe, 1.149 pessoas morreram de gripe no Brasil em 2019. Em 2018, 1.348. Em 2017, 514.

Nada a declarar
Questionado se se considera desmoralizado, o ex-ministro não quis se manifestar.

Mão no bolso
O Ministério da Saúde transferiu, na quinta-feira, cerca de R$ 333 milhões à gestão João Doria (PSDB-SP) para o combate ao coronavírus. São Paulo foi o estado que recebeu a maior fatia de uma espécie de 13º das transferências mensais regulares que bancam ações de média e alta complexidade ou atenção primária.

Ajuda
O Rio, governado por Wilson Witzel (PSC), recebeu R$ 57,137 milhões. No Nordeste, Pernambuco, de Paulo Câmara (PSB), por exemplo, recebeu R$ 107,328 milhões. Os recursos devem ser usados, segundo a portaria, para bancar gastos com o atendimento a doentes.

Montante
Ao todo, foram destinados R$ 3,994 bilhões a estados e municípios.

Fim
O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), disse ao Painel que o sistema de saúde do estado está “pertinho do colapso”.

Estresse
O hospital de referência no atendimento do coronavírus não consegue mais receber pacientes, por falta de pessoal mas também por falta de equipamentos. Os cinco respiradores disponíveis ontem eram de retaguarda para pacientes da UTI.

Recrutamento
Lima afirmou que pacientes estão recebendo tratamento em outros hospitais da rede e que o estado decidiu antecipar a formatura de médicos e enfermeiros da universidade estadual para colocar profissionais no front.

Reforço
O Ministério da Saúde enviou uma técnica para acompanhar a situação crítica no estado e três especialistas desembarcam em Manaus na segunda para reorganizar o atendimento na capital.

Deixa comigo I
O Ministério da Infraestrutura aguarda a ordem do Ministério da Saúde para erguer um hospital federal de campanha em Manaus, para o atendimento prioritário de indígenas. A estimativa da pasta é que é possível levantar uma estrutura para 200 leitos, em média, em 12 dias.

Deixa comigo II
Além de Manaus, Porto Velho (RO) já demonstrou interesse na instalação de um hospital de campanha federal. Os estados arcam com equipamentos e gestão hospitalar. O de Goiás, que deve ser visitado hoje por Bolsonaro, deve ficar pronto em menos de 10 dias, segundo a Infraestrutura.

Não estou aqui
Em resposta a uma ação do PSDB, a AGU disse que Carlos Bolsonaro, filho do Presidente e vereador no Rio, não tem sala no Palácio do Planalto. Relatos feitos à Folha em março mostraram que Carlos coordena dessa sala estratégia online em defesa da quarentena vertical em meio à crise do coronavírus.

Tiroteio
“A isenção de IPTU que o Andrea quer para a mansão dele prejudica nosso atendimento aos mais pobres.” De Fabio Lepique, secretário executivo de Bruno Covas (PSDB), sobre a crítica de Andrea Matarazzo à postura do prefeito contra isenção em SP.

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