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PAINEL

Fluido

| 04/09/2020, 09:45 h | Atualizado em 04/09/2020, 09:49
Painel

Folha de São Paulo

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A proposta de reforma administrativa apresentada ontem pelo governo foi desidratada para atender a pressões de servidores e de políticos do centrão, aliados do presidente.

Na reta final, parlamentares convenceram Paulo Guedes (Economia) a retirar mais dois pontos do texto.

A perspectiva de diluição da reforma é crescente, dizem auxiliares de Bolsonaro, que anteveem a votação da última etapa da norma, a que mais mexe com a vida dos servidores, em 2022, em pleno ano eleitoral.

Ponto alto
A última etapa deve definir quais são as carreiras “típicas de Estado” que terão direito à estabilidade. Classes numerosas, como a de professores, correm o risco de perder o status, o que tende a balançar candidatos à reeleição, inclusive Jair Bolsonaro, e afrouxar a norma.

Jeito
Para líderes, a engenharia por trás da entrega da reforma mostra a vitória da nova forma de fazer política, em que eles avisam o que deve ser retirado ou alterado para fazer os projetos avançarem no Congresso. Eles deram aval para o polêmico ponto que aumenta poderes do presidente para extinguir órgãos do governo.

Devagar
Apesar da expectativa de uma tramitação longa da proposta pelo Executivo, o novo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR) acredita que a regulamentação pode ocorrer antes, no segundo semestre de 2021. “Não vamos antecipar uma crise que ainda não existe. Não acho que a discussão se arraste até 2022, o tema é muito consensual”, disse ao Painel.

Tira
Segundo relatos, foi recomendado a Paulo Guedes a retirada de dois itens do texto. As ausências notadas são de um artigo que criava um “fast track” para privatizações e outro que acabava com a licença remunerada de servidores que se lançam candidatos.

Segue
A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP) venceu o PT na Justiça. O partido entrou com uma queixa-crime em 2018 argumentando que ela havia caluniado e difamado a legenda ao dar declarações sobre o episódio da facada em Bolsonaro.

Nada
Janaína havia dito que Adélio Bispo usava camiseta com “Lula Livre” e que ele era vinculado a quem estava no poder. Na primeira instância, a ação não foi aceita e julgamento na segunda instância ontem rejeitou recurso do PT.

Presença
Depois de Márcio França, pré-candidato do PSB à Prefeitura de São Paulo, ter que explicar aos aliados no campo da esquerda sua foto com Jair Bolsonaro em inauguração na Baixada Santista no mês passado, seu filho, o deputado estadual Caio França (PSB), esteve com o presidente ontem em evento no Vale do Ribeira, região onde atua.

Significa
Procurado pelo Painel, Caio afirmou que sua presença no palanque de Bolsonaro não vai reacender a celeuma em torno da aproximação de França. “Não acredito (que a presença no evento passe o recado de apoio a Bolsonaro). Não posso deixar que questões partidárias e ideológicas se sobreponham ao desenvolvimento da região”, disse o deputado.

Atrito
O governador João Doria (PSDB) resolveu cancelar a reunião mensal que mantém com deputados da Assembleia Legislativa marcada para ontem. Nesta quarta, o Painel mostrou que o presidente da Assembleia, Cauê Macris (PSDB), não iria comparecer à reunião para marcar seu descontentamento com o colega de partido e aliado.

Agenda
O entorno do governador minimizou o embate e afirmou que a reunião foi adiada em comum acordo.

Repeteco
O Palácio do Planalto dá como certo o afastamento do governador Carlos Moisés (PSL-SC). Ele é acusado de superfaturamento na compra de respiradores durante a pandemia e, também como Wilson Witzel, tem o caso relatado no STJ pelo ministro Benedito Gonçalves.

Interlocução
O governador é investigado pela Polícia Federal e enfrenta processo de impeachment na Assembleia Legislativa. Segundo relatos de quem esteve em Brasília nos últimos dias, Bolsonaro tem mantido contato com a vice, Daniela Reinehr, que rompeu com Moisés no início do ano.

Tiroteio
“Lamentável. Com Orçamento tão espremido, priorizar publicidade é um verdadeiro descalabro”
Do deputado Beto Pereira (PSDB-MS), sobre Bolsonaro querer triplicar os recursos para publicidade oficial em 2021.

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