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Colunista

Folha de São Paulo

Faísca

| 06/08/2022, 13:33 13:33 h | Atualizado em 06/08/2022, 13:35

Anunciada por Fernando Haddad (PT) como sua vice na disputa pelo Governo de SP, Lúcia França (PSB), mulher de Márcio França (PSB), disse em suas redes sociais em 2020 que Guilherme Boulos (PSOL) tinha um "gado lacrador", que concordava com críticas que o líder do MTST havia feito ao discurso feminista de esquerda, em entrevista de 2014. Em outra postagem, afirmou que Boulos era despreparado. As mensagens são mais um elemento da relação tensa na chapa.

Photoshop 

 O PT apagou de seu perfil no Twitter uma publicação na qual anunciava a suspensão do presidente da Assembleia do Rio, André Ceciliano, por ter votado pela soltura do ex-deputado Jorge Picciani (MDB), preso em 2017 por ação da PF. Ceciliano está no centro de uma disputa entre o PT e o PSB no estado pela única vaga ao Senado disponível.

Plano B 

 Ex-ministro da Defesa, o general Fernando Azevedo e Silva foi convidado pela senadora Soraya Thronicke (União-MS) para ser seu vice na chapa à Presidência. O general recusou, contudo, pressionado pela família. Soraya então optou pelo economista Marcos Cintra para o posto.

Incursão 

 Azevedo foi demitido em março de 2021, no mesmo processo que levou à troca dos comandantes das Forças por Jair Bolsonaro (PL). A ideia da candidata, com a indicação do general para vice, era fazer um aceno aos militares e ao eleitorado do presidente.

Claque 

 Cerca de 80 ônibus providenciados pelo presidente da Câmara de Vereadores de SP, Milton Leite (União Brasil), garantiram a presença de público na convenção de Soraya. A maioria vinha da zona sul da capital, reduto eleitoral de Leite.

Recuo 

 O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, desistiu do pronunciamento que faria em cadeia de rádio e TV nesta sexta (5) convocando a população a se vacinar contra a polio. Integrantes da pasta afirmam que houve um impasse junto ao TSE porque a legislação restringe a divulgação de informações por entes públicos no período eleitoral.

Nos autos 

 O ex-presidente José Sarney disse a aliados que não pretende assinar o manifesto pela democracia que será lido no dia 11 na Faculdade de Direito da USP. Ele afirmou que não costuma subscrever documentos dessa natureza e que já se pronunciou sobre o assunto em 20 de julho na Academia Brasileira de Letras.

História 

 Fui o presidente que conduziu a transição democrática, tenho a responsabilidade pessoal de defendê-la. Ela se consolidou pela prática continuada de eleições livres, sob a vigilância segura do Supremo Tribunal Federal", disse na ocasião, sob aplausos.

Passadinha 

 O comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, irá participar do ato de 7 de Setembro no Rio de Janeiro convocado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O almirante aproveitará outra agenda na cidade para comparecer ao desfile.

Aval 

 Teme-se que a presença dos comandantes das Forças Armadas no evento possa sinalizar endosso a comportamento de Bolsonaro "fora das quatro linhas". Por ora, os chefes do Exército e da Aeronáutica não confirmaram presença.

Fim da trégua 

Sergio Moro (União Brasil) criticou "gente da velha política que só sabe disputar eleição passando a perna nos outros". A referência indireta é a seu ex-aliado Álvaro Dias (Podemos), agora rival para o Senado do Paraná. O gatilho foi o acordo de Dias com o PSDB nacional, que rifou a candidatura de Cesar Silvestri. O tucano anunciou que vai à Justiça para garantir sua presença na eleição.

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