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Folha de São Paulo

Esquentai vossos pandeiros

| 25/10/2020, 07:38 07:38 h | Atualizado em 25/10/2020, 07:40

Diante da liderança de Joe Biden na corrida presidencial norte-americana, congressistas dizem esperar que o democrata tenha “grandeza com o Brasil”, em caso de vitória. Jair Bolsonaro é um dos presidentes mais alinhados ao republicano Donald Trump.

“Meu medo é, sim, de uma indisposição do Biden, embora os EUA precisem da simpatia do Brasil. Tudo dependerá da grandeza dele, de não levar para o lado pessoal”, diz o senador Lasier Martins (Podemos-RS).

Mestre

O senador Major Olímpio (PSL-SP), ex-aliado de Bolsonaro, afirma acreditar que resultado da eleição não vai provocar nenhuma alteração devido à submissão do governo brasileiro aos EUA. “O que vier dos americanos, seja Trump ou Biden, Bolsonaro acha o máximo”.

Vazio

Para a oposição, uma derrota de Trump deixará o presidente brasileiro sem chão ideológico. “O Trump é a liderança dessa extrema direita, que criou uma lógica irracional de governar insistindo na xenofobia, no ideário conversador”, afirma o deputado Ivan Valente (Psol-SP). Na questão econômica, porém, eles dizem que deve prevalecer o pragmatismo.

Dígito

Partidos continuam se equivocando para preencher dados de doações no sistema do TSE. Ontem, o site do tribunal apontava como líder do ranking uma mulher que teria dado R$ 100 milhões para um candidato a prefeito de Mirassol.

Money

O valor representa 60% do Orçamento da cidade para 2021. Na semana passada o Painel mostrou o caso de um bancário de Nazaré (74 km de Salvador) que doou R$ 10 mil, mas apareceu como se tivesse aportado R$ 10 milhões.

No alto

A ex-mulher do ministro Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) é a 7ª candidata a vereadora que mais recebeu recursos públicos para a sua campanha até agora (R$ 690 mil). O repasse abriu crise interna no PSL de Minas, com acusações de novamente haver escândalo com a verba do partido, depois do caso de laranjas em 2018.

Limite

Além de políticos do centrão e do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), auxiliares de Bolsonaro se colocaram ao lado do general Luiz Eduardo Ramos. Ministros avaliam que o militar tem defeitos, mas que é inadmissível a atitude de Ricardo Salles (Meio Ambiente) de expor problemas internos no Twitter.

Cartão vermelho

O YouTube excluiu uma peça de divulgação da campanha de Celso Russomanno (Republicanos) por infração de direitos autorais da Fifa. O vídeo utiliza imagens da final da Copa de 1970, colocando o candidato e Bolsonaro como jogadores da seleção brasileira contra os adversários tucanos Bruno Covas e João Doria.

Rivais

Para Elsinho Mouco, marqueteiro de Russomanno, os peesedebistas estão incomodados. A peça foi retirada do ar, no entanto, porque a campanha não tem autorização para uso. Mouco argumenta que as imagens têm 50 anos, é de domínio público e que vai recorrer.

Massa

Políticos, artistas e intelectuais como Chico Buarque, José de Abreu, Teresa Cristina, Leci Brandão (PCdoB), Lula, Celso Amorim e Ziraldo assinaram nesta sexta (23) um manifesto em apoio à candidatura de Benedita da Silva (PT) à Prefeitura do Rio.

Pontos

A deputada apareceu com 10% das intenções de voto na pesquisa Datafolha divulgada na quinta (22). Eduardo Paes (DEM), com 28%, está na liderança. Diversos desses nomes que assinam o manifesto preferiram não apoiar o PT em SP e declararam apoio a Guilherme Boulos (Psol).

Prazer

Os principais concorrentes de Covas e Russomanno estão se tornando mais conhecidos, aponta o Datafolha. Antes, 40% dos entrevistados diziam conhecer Jilmar Tatto (PT). Agora, são 52%.

Sou eu

O PT aposta que Tatto crescerá assim que aqueles que simpatizam com o partido passarem a saber que ele é o candidato. Em relação à pesquisa publicada em 8 de outubro, saltou de 1% para 4%.

Lembra?

Márcio França (PSB) também teve sucesso em fazer seu nome circular: os 71% que diziam saber quem ele é, em outubro, passaram a ser 79%. No caso de Boulos, 54% viraram 57%.

Tiroteio

“O governo deveria retirar impostos dos de menor renda e taxar os super-ricos, os únicos que ganharam durante a pandemia”.
Do deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) sobre Bolsonaro ter afirmado que não irá aumentar impostos após a pandemia.

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