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Devagar

| 05/04/2020, 12:16 h | Atualizado em 05/04/2020, 12:24
Painel

Folha de São Paulo

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Devagar

A relação direta entre as medidas do isolamento e o achatamento da curva de casos de coronavírus em São Paulo tem sido questionada por especialistas e secretários estaduais de Saúde. A fila de exames ainda não analisados e a mudança de protocolo para testes apenas em casos graves podem distorcer a curva.
Apesar do que vem dizendo João Doria (PSDB-SP), o coordenador do Controle de Doenças da secretaria estadual de Saúde de São Paulo, Paulo Menezes, pede cautela na análise.

Calma

A gente precisa de mais informação e de mais tempo para ter uma visão mais clara. O gráfico é uma sugestão”, diz Menezes, ressaltando que outros indicadores sugerem também desaceleração, mas ainda não dão convicção. Infectologistas consultados dizem o mesmo, mas ressaltam que o fato de o sistema de saúde do estado estar sobrevivendo mostra eficácia das medidas.
Polêmica
Nas redes sociais, Doria divulgou gráfico que mostrava desaceleração e disse que era graças às medidas. Fábio Vilas-Boas, secretário de Saúde da Bahia, rebateu, chamando de “desaceleração fake”. “Resultado da interrupção da realização dos testes em todos os sintomáticos. Agora só realizam em pacientes internados graves.”

Lupa

A mudança de padrão em SP, de só fazer exames em casos graves, começou junto com o isolamento. Além disso, até o início da semana passada, o Instituto Adolfo Lutz tinha uma fila de 14 mil testes aguardando resultado, causando distorção na análise.

Limitado

A capacidade de checagem do governo em relação a candidatos ao benefício de R$ 600 é precário, segundo especialistas. Para Naércio Menezes, do Insper, muitos que não precisam da ajuda vão acabar beneficiados. “Neste momento, é melhor errar para mais”.

Alô, alô

Para ele, o maior problema será colocar de pé um aplicativo que receberá a demanda de milhões de pessoas. Menezes diz que as outras opções de inclusão, como telefone, não devem ser subestimadas.

Alcance

Embora muitos informais estejam entre os mais pobres, a avaliação do governo é que eles têm acesso a celular e informação. Os mais vulneráveis, inalcançáveis pela tecnologia, avalia-se, já estariam cobertos pelo cadastro único, feito em parceria com as cidades.

Pense bem

Com o aumento do número de casos de decisões que permitem a presos do regime semiaberto irem para casa por causa da crise do coronavírus, o ministro Luiz Fux, do STF, tem se posicionado contra a liberação em massa.

Futuro

Os juízes criminais devem ter em mente que o Conselho Nacional de Justiça “recomendou” e não “determinou” a liberação dos presos em regime semiaberto, sob pena de a dose dos remédios recomendados matar a sociedade doente e gerar uma crise sem precedentes na segurança pública nacional”, afirmou o ministro ao Painel.

Calculadora

A liberação de dinheiro novo à Saúde para o coronavírus ocorreu somente na última quinta. O dinheiro inicial, os R$ 4,8 bilhões anunciados por Paulo Guedes (Economia), tiveram origem em remanejamento de emendas parlamentares de outras áreas do ministério.

Floresta

De um total de R$ 16,2 bilhões que foram destinados até agora à pasta ao enfrentamento da doença, R$ 9,4 bilhões são extras, que não estavam em nenhum outro ministério. Outros R$ 5,6 bilhões colocados para o coronavírus eram da própria pasta, mas estavam indo para outras áreas.

Total

Somado todo o dinheiro que chegou ao ministério, o Poder Executivo proveu R$ 9,4 bilhões e o Legislativo, por meio da cessão de emendas, R$ 6,8 bilhões.

Siga bem

Após relatos de caminhoneiros que, especialmente em São Paulo, têm sofrido com funcionamento parcial do comércio na beira das estradas, o MST produziu sabão à base de álcool.

SOS

Os mais de 300 litros produzidos com resto de óleo de fritura começarão a ser distribuídos na próxima terça-feira, nas rodovias Transbrasiliana e Marechal Rondon, na região noroeste do estado.

Tiroteio

“Lá no Telegram não tem nenhum vídeo censurado. Sabe quem pode me calar? Deus. Só Deus”.
De Silas Malafaia, pastor evangélico que teve postagens apagadas pelo Twitter por colocar em questão a eficácia das quarentenas.

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