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PAINEL

Deixa disso

| 14/07/2020, 09:29 h | Atualizado em 14/07/2020, 09:30
Painel

Folha de São Paulo

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Apesar da irritação no meio militar com a declaração do ministro Gilmar Mendes, ligando o Exército a um genocídio na pandemia, as cúpulas do Judiciário e do Congresso não acreditam que a crise vá escalar.

Na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Centrão, o clima é de redução da fervura. Parlamentares defendem diálogo de paz entre o ministro do STF e Fernando Azevedo (Defesa). A colegas, Gilmar Mendes fez ponderações sobre a interpretação dada à sua fala e tem dito que defendeu um ponto de vista, o que não é crime.

Passos
Caso a acusação seja no campo penal, provavelmente o caso será assumido por Humberto Jacques de Medeiros, vice-procurador para ações penais no STF (Supremo Tribunal Federal). Ele foi chefe da Procuradoria-Geral Eleitoral, na gestão de Raquel Dodge. Gilmar Mendes presidia o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Papelada
Apesar do endosso dos generais da reserva Augusto Heleno (GSI) e Hamilton Mourão (vice-presidente), a representação contra o ministro do Supremo não havia sido enviada à PGR até a noite de ontem.

Substituto
Não é apenas o Ministério da Saúde que vem sendo comandado por um interino. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que exonerou ontem a coordenadora da área responsável pelo monitoramento de desmatamentos, está selecionando um novo diretor.

Vazio
O oficial da Força Aérea Darcton Policarpo Damião está como interino desde agosto de 2019. O processo seletivo foi lançado em abril e era aberto. Candidatos puderam enviar currículos até maio e os 10 mais bem avaliados teriam os nomes levados à avaliação de Marcos Pontes (Ciência). Questionado, o Inpe não respondeu em qual estágio está a seleção no momento.

Melhor não
Relator do caso de Fabrício Queiroz no STJ, o ministro Felix Fischer rejeitou em junho a transferência para a prisão domiciliar de uma idosa (66 anos) hipertensa, diabética e portadora de HIV que foi condenada por tráfico.

Tá bem
Fischer reforçou o argumento da juíza de primeira instância de que ela estava recebendo os cuidados adequados na prisão. Ele também citou a impossibilidade de saber se ela seguiria os protocolos de higiene em sua residência.

Vamos ver
Queiroz foi autorizado a ir para a domiciliar pelo presidente do STJ, João Otávio de Noronha. Fischer poderá rever a decisão.

I'm back
Demitida da Prefeitura de São Paulo em 2018 por João Doria (PSDB) após a divulgação de gravação sobre propina, Denise Abreu foi contratada em março pelo governador como assessora da Secretaria de Governo. Dois meses depois, foi transferida para a Casa Civil, com o salário de R$ 12,6 mil.

Ficha limpa
Segundo a gestão Doria, ela “colabora com assessoramento e acompanhamento de projetos na área social” e “não teve nenhuma condenação em qualquer função pública.”

Bye, bye
Colocada na presidência do conselho do Fundo Social com sua amiga Bia Doria, que comanda o órgão, ela ficou no cargo por apenas duas semanas, sendo retirada no último dia 10, após nota do Painel. O governo informa que ela também não será mais integrantes do conselho, para o qual havia sido indicada para mandato de dois anos no final de junho.

Me dê motivos
O TSE listou até agora 26 razões distintas para recusar fichas de apoio ao Aliança pelo Brasil, o partido que Bolsonaro e aliados tentam montar. Apesar de erros serem esperados em uma operação que exige a validação de quase meio milhão de nomes, há evidências de desorganização e despreparo, segundo especialistas.

Faltou tinta
Setecentas e dezesseis fichas foram descartadas pela Justiça Eleitoral, por exemplo, por ausência do nome ou por informações incompletas sobre quem coletou o apoio. Outros 369 protocolos foram para o lixo porque o Aliança se esqueceu de apresentar a ficha de apoio. Em 22, faltou até o básico, a assinatura do eleitor.

Psicografia
Conforme a Folha mostrou no último domingo, técnicos da Justiça Eleitoral encontraram ainda 1.284 registros de apoio feitos em duplicidade, além dos nomes de 44 eleitores que já morreram e de 150 inexistentes.

Tiroteio
“Mexerica, tangerina ou bergamota... não sei. Agora laranja é o Queiroz, com certeza”
De Guilherme Boulos (Psol), aproveitando brincadeira nas redes para recordar suspeitas sobre ex-assessor de Flávio Bolsonaro.

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