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Folha de São Paulo

Causa e consequência

| 29/01/2020, 07:58 07:58 h | Atualizado em 29/01/2020, 08:13

A CPMI das Fake News vai incluir em seu relatório um trecho específico sobre a disseminação de notícias falsas ligadas a questões de saúde pública.

Técnicos que auxiliam no parecer elaboram recomendações para prever novas penas ou agravar a punição de quem divulga dados mentirosos da área.

Estudos que mostram relação da desinformação sobre vacinas com aumento de casos de sarampo no Brasil inseriu o assunto na comissão. E a propagação do coronavírus reforçou a preocupação.

De pouco em pouco
Ainda não foram definidos quais serão os dispositivos do relatório que vão tratar do tema, mas é certo que haverá um capítulo sobre o assunto. Uma das dificuldades dos técnicos é encontrar o limite entre a liberdade de expressão e o crime de fato.

Vinde a nós
Há requerimentos de convites na CPMI das Fake News para ouvir o médico Drauzio Varella, colunista da Folha de SP, e representantes do Ministério da Saúde e das Nações Unidas. A intenção é intensificar a discussão e chegar a meios concretos de tratar as notícias falsas sobre saúde.

Evite
O ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) definiu as linhas de comunicação para o caso de contaminação do coronavírus dentro do País. Neste caso, será acionada campanha recomendando o reforço da higiene pessoal, como lavar as mãos, evitar aglomerações e não compartilhar utensílios de uso pessoal.

Contra o tempo
Equipes técnicas de diferentes ministérios têm o diagnóstico que, para ser efetivo, o Conselho da Amazônia tem que começar o trabalho na região antes da estação seca, ou seja, até março. Abril é considerado mês crítico de queimadas.

Geni
A criação do comitê, sob comando de Hamilton Mourão, amplificou as críticas a Ricardo Salles (Meio Ambiente) nas demais pastas, que atribuem a imagem negativa no exterior ao colega.

Já vai
O conselho foi criado um dia antes do início do fórum de Davos, onde o ministro Paulo Guedes (Economia) foi duramente questionado sobre queimadas. O governo avalia que era preciso dar resposta imediata. Ainda não chegou pedido para pessoal no Ministério da Justiça, nem por verba na Economia.

Mais um
A política de Abraham Weintraub na pasta da Educação foi assunto no Fórum Global de Alimentação e Agricultura, em Berlim.

Bumerangue I
Uma petição da defesa do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) será usada pelo Ministério Público para rebater a tese do desembargador Antônio Amado, que votou ontem pela anulação da decisão que havia determinado a quebra de sigilos bancário e fiscal do filho do Presidente.

Bumerangue II
No documento, uma advogada do parlamentar pede para que ele seja ouvido ao final da fase de investigação, quando encerrada a coleta de provas. A representação é do dia 19 de março, antes da quebra ocorrer. Amado considerou no voto que o senador não teve oportunidade de se manifestar. Procurada, a defesa de Flávio Bolsonaro não se manifestou.

Meio-termo
A campanha contra a gravidez precoce elaborada pelos ministérios da Saúde e dos Direitos Humanos terá como tema a frase “tudo tem seu tempo”. O público-alvo da campanha serão adolescentes de 15 a 19 anos e seus pais. A definição contraria a preferência de Damares Alves, que queria a idade mínima aos 12.

Voz da experiência
A ação, que ocorrerá na internet, vai mostrar vídeos de pessoas que foram pais na adolescência, contando as suas histórias de vida. O foco será conscientizar os jovens para que tomem cuidado para não engravidar na adolescência.

Descubra você mesmo
Para isso, porém, a campanha não deve entrar em detalhes sobre métodos contraceptivos, mas também não deve ter uma orientação pregando a abstinência sexual.

Quase lá
Os dirigentes da Aliança pelo Brasil, partido que Jair Bolsonaro tenta criar, conseguiram 60% do total de 491 mil assinaturas necessárias para fundar a legenda. Apesar do número elevado para um mês, a avaliação é de que ainda será difícil conseguir validá-las a tempo de participar das eleições de 2020.

Tiroteio

“Casa Civil com uso de avião da FAB é rua, já Secom com indícios de corrupção recebe colo. Esse não é o Brasil que eu quero.”
Do deputado Delegado Waldir (PSL-GO), sobre a diferença de reação do Presidente a condutas na Casa Civil e na Secretaria de Comunicação.

Publicação simultânea com a Folha de São Paulo

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