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Bate cabeça

| 17/02/2021, 07:59 h | Atualizado em 17/02/2021, 08:06
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Folha de São Paulo

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Depois de registrar defecções e fracassar na tentativa de unir o campo para evitar a eleição de Arthur Lira (PP-AL) na Câmara, a esquerda segue desarticulada no Congresso.

Uma decisão que caminhava para ser consensual descambou em nova disputa entre PT, PSOL, PC do B e PSB, desta vez pela liderança da oposição na Casa. A divergência acendeu o alerta de integrantes desses partidos, que temem sofrer os efeitos da desordem em 2022, facilitando a reeleição de Jair Bolsonaro

Eu sozinho
O PT, maior bancada da esquerda, vai comandar a minoria, mas ainda não há consenso sobre o nome a ser indicado. Já o PSB indicou Alessandro Molon (RJ) para ser líder da oposição sem o aval de todos os partidos do bloco.

Guerra e Paz
A decisão criou uma celeuma. Uma ala da esquerda defendia o nome de Marcelo Freixo (RJ), do Psol, para a função. Outra resistia a promover o PSOL após a sigla rejeitar unir forças contra Lira. Uma opção para resolver o imbróglio seria deslocar Freixo para comandar a minoria no Congresso – um papel menos relevante.

Acabou o amor
Nova reunião ocorrerá após o Carnaval. O desentendimento é encarado por líderes da oposição como uma antecipação da briga por protagonismo em 2022. Cresce o pessimismo sobre a possível união da esquerda para compor uma frente ampla já no primeiro turno da disputa.

Menos é mais
Apesar de o Ministério da Cidadania ter liberado a entrada de 200 mil novos beneficiários, o Bolsa Família deve atender a menos pessoas do que no fim de 2020. A promessa do governo era de ampliar a cobertura social em 2021, mas os repasses do programa estão menores.

Ladeira
A previsão é que, em fevereiro, 14,26 milhões de famílias recebam o benefício. No fim de 2020, eram 14,27 milhões. Quando o Executivo elaborou o Orçamento de 2021, previu 15,2 milhões de famílias atendidas.

Mágica
Aliados do governo no Congresso ainda negociam os termos das PECs Emergencial e do Pacto Federativo para tentar diminuir resistências ao texto e acelerar a tramitação dos projetos que podem abrir espaço no Orçamento para o auxílio emergencial.

Todos por um
De acordo com articuladores do Planalto, as propostas precisam ser aprovadas por unanimidade para superar os prazos regimentais.

Ressaca...
A Justiça de São Paulo mandou suspender o festival “Tô me Guardando”, realizado pela prefeitura da capital para promover apresentações virtuais de Carnaval por causa pandemia, a pedido do vereador Rubinho Nunes (Patriota), do MBL.

...da folia
Edital de janeiro previu pagar até R$ 3.000 a artistas e blocos –houve 153 inscrições. As apresentações ocorreriam de 12 a 28 de fevereiro. Um dos argumentos para a suspensão foi a falta de licitação no processo.

Bate-papo
Na volta aos trabalhos, uma das primeiras medidas da comissão externa de enfrentamento à Covid-19 na Câmara será convidar o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a falar sobre como está sendo o combate à pandemia. Falta só acertar a data.

Porteira
A defesa de ala do STJ (Superior Tribunal de Justiça) para que seja aberto de ofício um inquérito para apurar diálogos entre integrantes da Lava a Jato em que mostram intenção de investigar ministros da corte ganhou apoio entre advogados e no STF.

Limonada
Caso haja a investigação, magistrados querem incluir na mira o ex-juiz Sergio Moro e o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot, que não têm mais foro.

Pé no freio
Senadores e empresários reforçaram articulação para que o STF atenda a Anatrip (associação de empresas de transporte rodoviário) e declare inconstitucional o atual modelo de autorização para transporte interestadual de passageiros. O caso está na pauta de amanhã.

Clubinho
Desde 2014, basta autorização, sem licitação, para que companhias realizem o serviço. Há dois anos, o governo Bolsonaro editou normas que facilitaram ainda mais a permissão, para abrir o mercado. Segundo parlamentares e firmas, porém, as medidas concentraram as concessões a grupo restrito de empresas.

Tiroteio
“O certo é o Presidente trabalhar pela saúde e vacinação de todos, sem fake news. Ninguém está acima da Constituição”.
Jurema Werneck, diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil

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