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PAINEL

Barulho

| 11/11/2020, 08:51 h | Atualizado em 11/11/2020, 08:54
Painel

Folha de São Paulo

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Além de considerarem irresponsáveis as críticas de Jair Bolsonaro em relação à vacina, secretários de Saúde também atacaram a forma como a Anvisa lidou com o problema, fazendo anúncio pela imprensa e dando margem para uma guerra de versões sobre a eficácia da vacinação.

Eles defendem, porém, a atuação da agência no mérito. Dizem que manter a suspensão é uma decisão correta, sob o argumento de que o suicídio pode ser um evento adverso do medicamento – embora improvável.

Pressa
“A decisão é correta. O suicídio pode, sim, ser um evento adverso. O que tem que fazer é investigar logo e liberar a continuação dos testes. Isso não pode ser motivo para segurar as pesquisas por muito tempo”, diz Carlos Lula, presidente do conselho que reúne secretários de saúde.

Agulha I
“A pergunta que não quer calar é: temos ministro da Saúde? E, se temos, ele estava aonde neste episódio todo?”, pergunta Luiz Henrique Mandetta (DEM), ex-ministro da Saúde. Ele afirma que a falta de transparência e desorganização da Anvisa ampliaram a politização.

Agulha II
“Nunca vi comemorar que não vamos ter remédio, como se fosse um gol. Isso é insano”, completa, sobre a manifestação de Bolsonaro.

Deixa rolar
O governo da China diz que está acompanhando o caso. A suspensão da produção da vacina da Sinovac ocorreu apenas no Brasil. Segundo o ministro conselheiro Qu Yuhui, da embaixada chinesa, a informação de que dispõem é a mesma do Butantan: a de que a morte do voluntário não tem relação com a vacina.

Apure-se
O Psol protocolou uma representação ao Ministério Público Federal ontem solicitando que o órgão acompanhe o processo de aprovação de vacinas.

Violência
Uma apoiadora e funcionária da campanha de Erika Hilton (Psol), candidata à Câmara Municipal de São Paulo, foi agredida com mordidas e golpes de bastão de metal ontem.

Registro
Patricia Borges, 30, que é uma mulher transexual como a candidata, estava entregando panfletos na Avenida Paulista quando foi vítima de xingamentos discriminatórios e então ataques físicos. Após o ocorrido, ela se dirigiu ao 78º Distrito Policial para fazer um boletim de ocorrência por LGBTfobia e lesão corporal leve.

Paralisação
A Justiça Eleitoral suspendeu ontem propaganda da campanha de Márcio França (PSB) sob suspeita de que ele tenha tido acesso à informação privilegiada do Instituto Badra, que tem seu amigo Maurício Juvenal como diretor-presidente, como revelou o Painel.

Concorrente
A ação foi impetrada pela chapa de Bruno Covas (PSDB).

Horário
A propaganda exibida ontem mostra dados de pesquisa de intenção de votos do Badra divulgada pouco depois da meia-noite. No entanto, os candidatos só podem enviar peças de TV às emissoras até as 17 horas do dia anterior à exibição. Dessa forma, França teria que ter tido visto os dados da pesquisa já na segunda-feira.
Outro lado
Procurado, o Badra diz que cumpriu à risca todos os procedimentos. A campanha de França afirma que não se pronunciará.

Silêncio
França cumprirá agenda política em unidade do Senai na manhã de hoje, ao lado de Paulo Skaf, presidente da Fiesp. Apesar do encontro às vésperas da eleição e da proximidade dos dois, Skaf não deve declarar apoio e pretende dizer apenas que recebe o candidato como presidente do Senai-SP.

Sem chance
Vice na chapa do petista Jilmar Tatto, Carlos Zarattini (PT-SP) diz que eles têm expectativa de crescer até o dia do primeiro turno, no domingo, e que não irão abrir mão da candidatura para ajudar Guilherme Boulos (Psol), como deles é cobrado de parte da esquerda.

Pressão
“A solução política parece fácil, teoricamente, mas a solução eleitoral nem sequer é garantida”, afirma Zarattini. “Sem falar que temos cerca de 70 candidatos para vereador. O que falaríamos para eles? Seria dar cavalo de pau em um transatlântico que você pode levá-lo a afundar.”

Tiroteio
“Sem falar com o Mourão, Bolsonaro fica sem saber nada da Amazônia e ainda cria um fosso na relação com militares”. De Carlos Minc, deputado estadual (PSB-RJ), sobre o Presidente ter dito que não conversa com o vice, que colocou para cuidar da Amazônia.

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